segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Interpretação de letras musicais

 

 

Interpretação de Letras Musicais
Disciplina: História
Professora: Berenice Teresinha Dalla Costa
Série: 1ª A
Turno: manhã
Objetivo:

Favorecer a socialização dos alunos, além de despertar neles o senso de criação e recriação.

A música sempre esteve presente na vida dos seres humanos, acredita-se desde a pré-história e como qualquer outra arte acompanha historicamente o desenvolvimento da humanidade. Já em Roma a música foi influenciada pela música grega, pelos etruscos e pela música ocidental. Em diferentes épocas, portanto, podem-
- se analisar a música como identidade de um povo, pois em cada época, ela está sempre presente de acordo com o contexto histórico.
A disciplina de História contribui com o estudo das diversas manifestações, a interpretação e “ escutar que é ser capaz de ir além do simples ouvir, é captar o sentido dos sons, perceber e compreender sua estrutura, sua forma, seu sentido, é prestar atenção e estar interessado naquilo que está ouvindo.”  Na escola contribui com a aprendizagem, criação e recriação socializando conhecimentos.

Grupo 1
Andressa Gabriel
Camila Letícia Bonkoski
Jennyfer Guarda
Jonatas Martins Araújo Silva
Karina da Silva Berlanda
Kauana Kiatkoski Olivo
Lilian Maria Silva Vial
Música:
Cachimbo da paz
Gabriel O Pensador

Grupo 2
Bruno Henrique Uliana
Daniella Thomé
Guilherme Chisthofer Zago Kufner
Lucas Mateus de Quadros
Milena Pereira Dalle Cort
Música:
O dia em que a Terra parou
Raul Seixas




 

 

 

 

 



 

 

 



 



 

 

 




quinta-feira, 17 de julho de 2014

Pra onde vai a educação do povo “brasilero”?

                                          Grupo de teatro-2007 - Profª Marina

Artigo

Profª Marina Niceia Cunha
Pedagoga

O título que uso para dar início a seguinte análise vem de uma fala de determinada pessoa envolvida em setor que não é o de educação.
Tal profissional mostrava-se indignado sobre situações que acontecem na escola em torno de (in)disciplina, (des)aprendizagem, (des)interesses,(des)motivação, e, por conseguinte, limites a serem impostos, perdas de valores na família e na sociedade.
Segundo ela, a culpa não é somente da escola. Há outros motivos que levam a  indisciplina e a não-aprendizagem, porém, todos estão submetidas a “mea”culpa, a começar pelos pais ou responsáveis dos alunos.
O que nos deixa bastante angustiados – eu me sinto assim, é que ultimamente em educação, estamos na fase dos bandidos, e queremos com urgência que nos apresentem “O mocinho”, atualmente, o “exterminador” que mate os bandidos para que voltemos a ter calma no reino unido.
O “PROCURA-SE” culpados é fremente na educação brasileira. E a partir do “Procura-se”, muitas vezes sem solução, resta apenas – o “caça as bruxas”.
Hoje, a sociedade letrada exige “gabaritar” todas as provas às quais legitimam o sucesso na escola, inclusive, na vida, senão somos classificados um zero à esquerda. Quando alguém a “gabarita” - merece até foto no jornal, elogios nas redes sociais, torna--se um exemplo para todos. Passa a pertencer à classe dos deuses.
Na sala de aula os alunos notas dez são vistos pelos demais com olhares de pouco caso, deboche, indiferença.  Muitos sofrem bullyng por ter objetivos e ótimos estudantes. E daí vem o isolamento. A maioria dos professores está preocupada com esse grupo que são prejudicados, na medida em que a grande parcela de alunos requer maior atenção em vista das dificuldades de aprendizagem advindas de vários fatores: problemas familiares, desinteresse pela escola, distorção de idade e série, baixo autoestima, necessidade de trabalhar para ajudar a família, desmotivação, falta de atenção e responsabilidade dos pais ou responsáveis, só para citar alguns.
Determinado dia veio à escola uma mãe entre muitas, atualmente, preocupadíssima porque o filho sai de casa para vir à escola e é claro nunca chega. E o Conselho Tutelar foi acionado. Tal mãe falava alto e em bom tom: “ele não quer estudar. Já tem 15 anos. Disse pra ele que venha pra escola porque preciso da “borsa família” (...).
 Na verdade, a mãe não demonstrou a menor preocupação com a aprendizagem do filho e o porquê dele não vir à escola. O importante era que viesse para ter presenças e o subsídio do Governo Federal pressupostamente garantido.
 Essa situação embora não se comente na sociedade, é séria nas escolas públicas. Muitas famílias matriculam os filhos somente para receber o subsídio e a Lei que garante que a criança deve ter acesso e permanência na escola, fica em segundo plano. Os mais céticos afirmam que se não houvesse o subsídio, muitos pais pouco se importariam se os filhos vêm à escola. Isto é comprovado. Os alunos faltam, faltam. Tudo se faz para retornarem: vem dia sim, dia não. Desaparecem. Corta-se o Bolsa Família, os pais correm à escola. Mas ninguém quer discutir essa questão. Estou tocando num ponto melindroso. É capaz de alguém querer me processar. Ou ter que me explicar no Ministério Público. Embora aqui tudo esteja explicado.
 Como escrevi no início deste texto, não se procuram culpados.  Acredito não ser momento para tal, mas de soluções, não apenas exigidas da escola porque diariamente ela cumpre seu papel de ensinar para que tais alunos consigam aprender e se situem na sociedade.
Entretanto, nem todos na escola, o objeto dessa análise, é nota 10,0. Mas todos têm suas possibilidades e as dificuldades de aprendizagem parte delas são rótulos. Eu sempre tive dificuldade para aprender Matemática, odiava. Conto o porquê no meu livro. Nem por isso fui má estudante de Matemática. Sofrivelmente fui nota 10 algumas vezes quando me identifiquei com as Professoras Celia Matias, no Ginásio e Alice Olinkieviski, na Escola Normal, minha ex-colega de Ginásio.
 Não me tornei uma profissional relapsa pelas minhas dificuldades quando ensinei Matemática, aliás, estudei e aprendi muito para ensinar meus alunos enquanto professora no ensino primário.
 Fui 10 em outras disciplinas.  Sofri preconceito, isolamento, críticas: “a queridinha dos professores”. Mas brigava pelos meus 10 para exibir orgulhosa no boletim e consequentemente no histórico escolar. Poucos me importavam os colegas. Estudava e faziam além do que os professores solicitavam. Eles sempre se surpreendiam comigo, inclusive na faculdade. Minha tristeza ocorreu no exame de admissão quando aprovei em todas as disciplinas com 10( prova oral e escrita),  e minha professora me disse que não podiam colocar um resultado assim. Baixaram uma nota para 9,0. Logo em Língua Portuguesa que eu era dez.
Estamos sempre buscando motivos para a nota 10,0 já que a sociedade nos avalia assim em diversas circunstâncias. E nesse quisito a escola não pode falhar. É preciso ter uma boa média nas provas institucionalizadas pelo MEC, por exemplo, para garantir a qualidade de ensino na educação: SAEB, Prova Brasil, ENEM, ENADE.
Dessa forma, a média das escolas de ensino fundamental e médio e universidades provam realmente que daí sairá profissionais competentes, capazes de ter consciência moral, ética e profissional na profissão escolhida? Acredita-se que sim.
A escola através das provas recebe uma média, e não quer ser apontada como incompetente no ato de ensinar. Todavia, o professor e a escola como um todo, diariamente recebem uma nota. Mas, às vezes, não se percebe isso porque se reflete no dia a dia de outras formas nem sempre perceptível.
Entretanto, o que a escola ou instituição não pode medir é a qualidade de seus profissionais ao deixarem o meio acadêmico. Quantos desses continuarão a ser dez e farão valer a nota que sua escola recebeu na avaliação? Espera-se que a escola “nota dez”, forme alunos nota dez que se transformem em profissionais notas 10,0. Será essa a realidade de nosso País? De nosso Estado? De nossos Municípios?
Há crises na educação escolar? Pode-se dizer que sim. Uns afirmam que é devido às pedagogias adotadas nos últimos tempos. Os vai-e-vem de concepções educacionais deixaram a escola desnorteada quanto à forma de ensinar. Por outro lado, historicamente, não há como fugir dessas mudanças políticas, sociais e filosóficas que permeiam o âmbito escolar.
Haverá sempre, portanto, indagações sobre “Pra onde vai a Educação – dita “brasilera”? Isto se deve a questão de que a educação brasileira busca caminhos numa sociedade povoada de controvérsias, acertos e desacertos: MEC cria o Pacto pelo Ensino Médio. Polícia Militar faz prisões por tráfico de bebês. Prazo para regularizar registro de domésticas é 7 de agosto. Escolas são depredadas em vários municípios do Paraná. Alunos recebem Medalhas na Olimpíada de Matemática. Mendigo é queimado em Curitiba. O sonho do hexa se tornou um pesadelo... E cada um de nós é responsável pela nota 10 atribuída ou não aos nossos alunos e profissionais de educação. Isto é  pouco frente aos desafios que enfrentam diariamente. O mais importante nessa discussão é educar os jovens para aprender a lidar com seus problemas e buscar soluções seja na escola ou na vida.  


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Xadrez na Escola


Turno: manhã
Disciplina: Educação Física
Professora: Maria Helena de Santi Stael

Vencedores:

8º A
1º lugar: Mateus Rocha Pontes
2º lugar: Jaqueline de Freitas Vieira
9º A
1º lugar: Douglas Felipe Ramos
2º lugar: Iury Schmidt

9º B
1º lugar: Ana Laura Stein
2º lugar: Alan Michel de Araújo Mendoza Pontes
 





 




domingo, 15 de junho de 2014

Nada mais vale a pena?

Crônica
Profª Marina Niceia Cunha
Professora e Pedagoga

           Perdoe-me, poeta, do “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena,” Fernando Pessoa.
            Ensinei minha alma não se tornar pequena, e, acredito que, outras, se abraçaram a mim na mesma comunhão, sonhadoramente, nesse mundo controverso e conturbado.

            Caóticas são nossas incertezas, por que será? Por que nos decepcionamos na busca de sentidos para resolver nossas indagações e crenças?
Oscar Wilde afirma: “Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe”. Será que esse é o medo? Apenas existir?
 E viver, quantos conseguem - realmente?
Perco-me na angústia quando vejo as almas confabulando para a venda dos bens sagrados – os valores: o sonho, a dignidade, a verdade, a cidadania, a família, a educação, o amor.
 Nesses tempos tumultuados e de corrupção, despudoramento, malandragens, falcatruas, e tantos eteceteras, não se sabe mais se é a questão do “Ser ou não Ser, eis a questão”?(original em inglês: To be or not to be, that's the question), da peça teatral (A tragédia de Hamlet, príncipe da Dinamarca, de William Shakespeare). Shakespeare escreveu magistralmente sobre o poder e tragédias advindas das circunstâncias, sejamos ou não da realeza corrupta.
Certamente o que sei é pouco.  E esse pouco é muito porque sou capaz de enxergar a morte dos ideais - tragédia que nos assoberba dia a dia.  E nela vejo muitas vezes os sonhos de tantas pessoas mergulharem nas profundezas dos seres insanos, incapazes de destronar indubitavelmente os males e a gravidade que lhes ferra os sentidos.
Que pena! Será que nada mais vale a pena? Devemos nos submeter as asperezas daqueles privilegiados que extorquem a liberdade e produzem os delinquentes?
Recuso-me a acreditar que isto seja verdade em face da beleza que ainda mora no meu coração, nas crenças e aprendizagens, que sempre estiveram comigo. Luto com todas as fibras que arrebatam o mais profundo da minh’alma, do meu “Eu” - da minha solidão interior - que me deixa, às vezes, alheia, porque preciso entender o que não quero para mim no ambiente de aprendizagem em que estou inserida, e que me leva a questionar: Nada mais vale a pena, na escola? A escola é uma farsa: parece ser apenas um espaço de aprendizagem? De profissionais pouco comprometidos? De alunos que não querem aprender?
Debato-me contra tais constatações. Mas reconheço as dificuldades enfrentadas na escola. Ainda assim, ela é minha casa de desafio.  E acredito que venceremos o descrédito, a deseducação, o descaso, a incompetência que nos são atribuídas, com professores competentes que buscam na leitura e pesquisa soluções para resolver as dificuldades de aprendizagem e ambientação escolar – planejando as aulas, discutindo ações e aprendizagens com alunos e colegas das diferentes disciplinas.
E que tenham, além de conhecimentos de sua disciplina, metodologia e recursos didáticos, o bom senso para resolver situações pontuais que se apresentam diariamente na sala de aula. Acredito muito no trabalho de profissionais comprometidos com a causa da educação e que ofereçam subsídios para que os alunos realmente aprendam e se tornem pessoas autossuficientes em suas aprendizagens.
Além disso, creio ser necessário suplantar a postura profissional que reforça a lógica que nos transforma em mártires desvalidos e sofredores em vista das circunstâncias: sociais, filosóficas, financeiras, etc. E as dificuldades de muitos para ensinar para “um mundo melhor”, diante da perversão do que nos apresentam como suposta causa para ser defendida: “Pensar dá muito trabalho”. “Estudar, mais ainda” “Aprender sobre a realidade exige esforço e tempo, coisas mais raras no mundo moderno.” Rodrigo Constantino. Esquerda caviar, p. 49.
E, assim, após tantas reflexões, quando miro nos olhos dos adolescentes e dos jovens(rebeldes ou não) que olham para mim, ou, até daqueles que permanecem de olhos cabisbaixos para receber elogios, ou, quiçá, a reprimenda – penso que gostaria de ser muito maluca a ponto de gritar algumas verdades(não, apenas, para eles). Contudo, é comum as pessoas fugirem de suas responsabilidades porque a realidade é tão difusa que não é possível pagar o preço. Mas isto me custa horas de sono e de estudos para entender a sociedade e o país em que vivemos onde a alienação é constante em nome da democracia. Nela os alunos estão inseridos com seu olhar inconformado ou de desdém causando descrédito, polêmica e debate.  Outros, na frivolidade e arrogância, divertem-se na banalidade e pouco caso, sentindo-se menos responsáveis por seus próprios atos perante toda e qualquer regra que venha preservar os bons costumes e valores apregoados na sociedade das minorias. O importante é se sentir diferente. Embora poucos saibam o que isto significa.
  Há pouco espaço para a geração ”nem isto, nem aquilo” livrar-se do esnobismo e arrogância, e colocar-se frente a frente à realidade que os cerca assumindo compromissos.
Falta espaço para a escola compreender tal geração. Falta espaço principalmente para a própria geração se entender.
Publicada no Jornal de Beltrão,domingo, p.6. 15.06.24.



quarta-feira, 11 de junho de 2014

Entrevista-Dra.Amarilys Montes de Oca Estupinan

Dra. Amarilys e enfermeira Anísia

Disciplina: História
Professora: Lúcia Padilha
Anos: 9º A e B
Manhã
Na entrevista, a médica explicou aos alunos a importância do curso de medicina e a dedicação que um médico deve ter.
Respondeu questionamentos sobre diversos assuntos do seu país, e porque optou trabalhar no Programa Mais Médicos, no Brasil.