44 anos em sala de aula
02 de agosto de 2010
Crônica
Nasci em 1952. Estou em sala de aula - desde 02 de agosto 1966. Tive desafios infinitos. Inúmeras inexperiências e experiências cercaram-me...
Cantei - Pra Frente Brasil; desfilei altiva marchando nos 7 de setembro, com a Bandeira quando meus colegas de turma achavam rídículo... Aprendi todos os hinos nacionais e a respeitar a Bandeira e o hino do meu País no tempo da ditadura.
Aprendi a amar a poesia e o poeta que diz "que tudo vale a pena se a alma não é pequena". Ninguém me ensinou a gostar de ler - mas aos 14 anos tinha lido a maioria dos clássicos da literatura brasileira e outros. Meu primeiro livro - Romeu e Julieta - Shakespeare; depois, A Dama das Camélias - Dumas; viajei com a Ilíada e a Odisséia de Homero... deparei-me com Perto do Coração Selvagem, de Clarice Lispector...enfim, foram tantos autores, a partir dos livros de bolso que me encantaram, sem contar as revistas Capricho, Ilusão, Jack Douglas; e mais tarde, Bianca, Gisele, a espiã...
Aprendi a ler na Cartilha do Bitu. Ensinei a ler algumas crianças na Cartilha da Abelhinha e - mais tarde - os futuros professores no método Erasmo Pilotto!
Porém, meu gosto literário estava definido, isto é, indefinido, mas pronto pra ensinar. Será!?
Estudei e li e aprendi as teorias pedagógicas dos grandes pensadores e educadores que uma professora deve saber. Fiz todos os cursos possíveis e acumulei o maior número de certificados - até perdi a conta - em nome da atualização. Queria aprender tudo que fosse importante para ensinar meus alunos.
....
E o tempo passou...
Valéria Cristina Zarpellon, 15, estuda na oitava série do Colégio Estadual de Marmeleiro. Perdeu a mãe, Tânia Regina, há um ano. Hoje vive com os avós Valdevina e Heinz Claudius Kock. Pretende terminar o Ensino Médio e, depois, cursar alguma graduação relacionada à Informática.
Valéria está me ensinando a ver uma nova forma de ensinar. Ela tem uma deficiência que comprometeu seus membros. Não consegue escrever. Tem uma professora que a acompanha em sala de aula e registra o que ela aprendeu. Dificuldade na fala.
Está aprendendo a caminhar e já progrediu muito.
Em sala de aula - faço adaptação curricular para ela. Valéria, entretanto, quer participar das aulas como todos os alunos da turma.
Utilizo muito os recursos do computador e da internet para comunicar-me e receber as tarefas de Valéria.
Somos amicíssimas!
E assim, aprendo cada vez mais!
E viva meus 44 anos de Profe!
"Precisamos contribuir para criar a escola que é aventura, que marcha, que não tem medo do risco, por isso recusa o imobilismo. A escola em que se pensa, em que se cria, em que se fala, em que se adivinha, a escola que apaixonadamente diz sim à vida. É fundamental a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal maneira que num dado momento a tua fala seja a tua prática". Paulo Freire
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segunda-feira, 2 de agosto de 2010
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Matemática vai ter peso maior no novo ENEM
Uma má notícia para quem não gosta de fazer conta: um quarto das questões objetivas do novo Enem serão especificamente de matemática.Isso porque a matéria é a única a integrar sozinha uma das quatro grandes áreas em que a prova está dividida. Assim, ao menos 45 das 180 perguntas do Enem serão apenas de matemática - a matéria, portanto, será a de maior peso na prova.Nas outras três áreas - linguagens e códigos, ciências da natureza e ciências humanas-, as questões envolverão mais de uma disciplina.Desse modo, a prova de linguagens trará questões de língua portuguesa, literatura, artes, educação física e comunicação. A de ciências da natureza terá química, física e biologia. Já a de ciências humanas será composta por história, geografia e sociologia.O diretor de avaliação da educação básica do Inep (órgão do Ministério da Educação responsável pelo Enem), Héliton Tavares, avisa: o número de questões envolvendo matemática deve ser ainda maior que um quarto, graças ao fato de o Enem ser um exame com questões interdisciplinares.Um exemplo são perguntas de física e química que exijam conhecimentos matemáticos."Um quarto das questões serão diretamente ligadas à matemática. Mas a linguagem matemática, como gráficos, tabelas, cálculo de porcentagens, poderá ser encontrada nas outras matrizes também", afirma Mateus Prado, presidente do Instituto Henfil.Ele comparou o edital deste ano com o dos anos anteriores para reformular o material didático do seu cursinho.Nos anos anteriores, o programa não tinha divisão por matérias --a interdisciplinaridade já era a marca mais forte do Enem--, o que, segundo Tavares, dificulta uma comparação entre as edições.E como o aluno deve treinar para uma prova assim? "O aluno deve fazer o maior número de questões-teste em determinado tempo. Questões fáceis, porque não adianta pegar um teste difícil e não conseguir fazer", afirma Glenn van Amson, supervisor de matemática do Anglo. Uma boa dica é recorrer às provas anteriores do Enem, disponíveis no site http://historico.enem.inep.gov.br.A overdose de matemática não assusta Willian Cruz, 17, aluno do CPV que vai prestar vestibular para economia. Na aritmética do seu horário de estudos, matemática já toma 40% do seu tempo."Quando se estuda para valer, se estuda para tudo", diz Willian, que considera que seu maior desafio no Enem não será a matemática, mas o tempo.Disciplinas exóticasOutra novidade do Enem são os temas pouco comuns em outros exames, como história da África e educação física. Mas, quanto a eles, o recado dos professores é tranquilizador: não haverá cobrança de conteúdo específico, as questões devem ser contextualizadas."Ninguém vai cobrar a regra do basquete ou a independência do Catar. Vai ter que analisar documentos históricos, interpretar", diz Mateus Prado.Héliton Tavares, do Inep, confirma que não haverá cobrança de datas. Sobre o conteúdo, diz não haver novidade nos temas exigidos --que se baseiam no programa estudado no ensino médio.
Saiba sobre o simulado do Enem que será disponibilizado na Web pelo INEP a partir de hoje.
Fonte: Folha Online
Fonte: http://www.diadiaeducacao.pr.gov.br
Saiba sobre o simulado do Enem que será disponibilizado na Web pelo INEP a partir de hoje.
Fonte: Folha Online
Fonte: http://www.diadiaeducacao.pr.gov.br
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Deficiência Visual. Como ensinar esse aluno?

Di-a 22 de julho estiveram no Colégio Estadual de Marmeleiro a Profª Márcia Regina Vissotto Carletto e o Prof. Gilson José Rovaris do Centro de Apoio Pedagógico - CAP de Francisco Beltrão para orientar os professores e funcionários da escola de como trabalhar com estudantes cegos.
O CAP de Francisco Beltrão - PR está estruturado em quatro núcleos:
Núcleo de produção de brille;
Núcleo de Apoio Pedagógico;
Núcleo de Tecnologia;
Núcleo de Convivência.
A Profª Márcia e o Prof. Gilson colocaram que "a cegueira não deve ser encarada como desgraça e nem se deve pensar na pessoa como inútil e incapaz. A pessoa cega não precisa de piedade, mas de oportunidades. A educacão especial e a reabilitação possibilitam a superação de muitas dificuldades.
A cegueira é apenas uma deficiência sensorial e está longe de ser uma enfermidade. Não é contagiosa e não passa de uma pessoa para outra. Ainda algumas pessoas não permitem que os filhos entrem em contato com os cegos com medo deles também ficarem cegos.
O Prof. Gilson citou que algumas pessoas costumam fazer "brincadeiras" bobas quando veem que a pessoa possui deficiência visual, tais como: "olhe o poste", "tem um rio à sua frente"; chamam o cego de "ceguinho", piadas de cego etc. Esses gestos de indelicadeza e de falta de educação das pessoas costumam deixar o cego extremamente magoado, mesmo que muitas vezes ele não o demonstre.
Salientou-se que os cegos não são surdos e que não é necessário levantar a voz para falar com eles. E não existem palavras "tabus". Deve-se falar normalmente com eles. Também não são pessoas "puras". Eles não são criaturas diferentes, desprovidas de interesse de coisas normais.
O cego é uma pessoa normal e cada um tem sua personalidade. Na sala de aula e no dia a dia age como qualquer um de nós. Não é "vidente" com sexto sentido porque a natureza os compensou pela falta de visão, como pensam algumas pessoas. O que acontece é que ele desenvolveu habilidades latentes em todos nós que, se treinadas, também serão desenvolvidas.
O Gilson falou que quando está descansado ao caminhar nas ruas percebe os obstáculos com mais facilidade porque está concentrado. Já quando está cansado ocorre o inverso - fica distraído como qualquer pessoa.
Citou-se que é comum quando pessoas conversam com um cego gesticular e indicar direções,ou não dizer que estão saindo do recinto. Ou as pessoas conversam com o cego, saem e quando voltam esperam que ele saiba quem é. Mesmo que ele tenha ótima memória auditiva, nem sempre vai se lembrar de todas as vozes. Então para evitar situações embaraçosas para ambos deve-se sempre identificar-se. Tome-se sempre a referência deles e não a nossa para evitar-se embaraços.
Não se deve deixar de apertar a mão de uma pessoa cega ao encontrá-la ou despedir-se dela.
O aperto de mão substituirá nosso sorriso cordial. Para isso basta tocarmos com o dorso de nossa mão na mão do cego e ele saberá que queremos apertar-lhe a mão".
Ocorreram ainda durante a exposição, outras orientações de como ensinar e conviver com o aluno cego na escola.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Prazo de inscrição do ENEM é prorrogado até domingo
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) informou que o prazo de inscrição para o Novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi prorrogado até as 23h59 deste domingo, 19 de julho.
As inscrições podem ser realizadas exclusivamente pela internet, através do site http://sistemasenem2.inep.gov.br/Enem2009. De acordo com o Inep, a ampliação do prazo ocorreu pelo congestionamento da rede. Esta sexta-feira, 17 de julho, seria o último dia de inscrição. O número de estudantes que se inscreveram para participar do exame ultrapassou 3,9 milhões.
Na hora da inscrição, o CPF do estudante é obrigatório. Não poderão ser usados os números de pais ou responsáveis, pois o documento servirá posteriormente para acessar, na internet, o boletim com o desempenho e também para a inscrição nos processos seletivos que usarão o exame. O Enem 2009 será aplicado em 1.619 municípios brasileiros, nos dias 03 e 04 de outubro.
Alunos de escolas públicas estão isentos da taxa de inscrição. Já os que estudam na rede privada devem imprimir o boleto e pagar a taxa de R$ 35 em qualquer agência bancária, ou solicitar isenção da taxa de inscrição.
Os comprovantes de inscrição dos participantes concluintes estarão disponíveis, após sua efetivação, até o dia 22 de julho de 2009, no endereço eletrônico http://enem.inep.gov.br/inscricao.
As médias do Enem poderão ser usadas no vestibular das instituições federais de ensino e também em processos seletivos de cursos profissionalizantes pós-médios. A partir do ano que vem, a avaliação vai medir ainda o desempenho acadêmico dos estudantes ingressantes nas instituições de ensino superior.
http://noticias.terra.com.br/educacao/interna/0,,OI3878709-EI8398,00-Prazo+de+inscricao+no+Enem+e+prorrogado+ate+domingo.html acessado 17/07/09
As inscrições podem ser realizadas exclusivamente pela internet, através do site http://sistemasenem2.inep.gov.br/Enem2009. De acordo com o Inep, a ampliação do prazo ocorreu pelo congestionamento da rede. Esta sexta-feira, 17 de julho, seria o último dia de inscrição. O número de estudantes que se inscreveram para participar do exame ultrapassou 3,9 milhões.
Na hora da inscrição, o CPF do estudante é obrigatório. Não poderão ser usados os números de pais ou responsáveis, pois o documento servirá posteriormente para acessar, na internet, o boletim com o desempenho e também para a inscrição nos processos seletivos que usarão o exame. O Enem 2009 será aplicado em 1.619 municípios brasileiros, nos dias 03 e 04 de outubro.
Alunos de escolas públicas estão isentos da taxa de inscrição. Já os que estudam na rede privada devem imprimir o boleto e pagar a taxa de R$ 35 em qualquer agência bancária, ou solicitar isenção da taxa de inscrição.
Os comprovantes de inscrição dos participantes concluintes estarão disponíveis, após sua efetivação, até o dia 22 de julho de 2009, no endereço eletrônico http://enem.inep.gov.br/inscricao.
As médias do Enem poderão ser usadas no vestibular das instituições federais de ensino e também em processos seletivos de cursos profissionalizantes pós-médios. A partir do ano que vem, a avaliação vai medir ainda o desempenho acadêmico dos estudantes ingressantes nas instituições de ensino superior.
http://noticias.terra.com.br/educacao/interna/0,,OI3878709-EI8398,00-Prazo+de+inscricao+no+Enem+e+prorrogado+ate+domingo.html acessado 17/07/09
sexta-feira, 3 de julho de 2009


Esta pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.
"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos..."
"Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
"Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o Planeta onde vive..."
quarta-feira, 24 de junho de 2009
CEM se faz presente na Conferência Municipal

Alunos representantes das diversas séries dos turnos matutino e vespertino, professores representando os docentes Albino Muller e René Duguay de Liz, diretora Ivete Câmera Tesser, e pedagogas Jânia Scherer, Lúcia Flach Pasquali e Marina Niceia Cunha participaram da Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.
Os alunos levaram propostas para a conferência contribuindo para a construção das Diretrizes da Política e do Plano Decenal do município.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Educação dos filhos - Limites
Dar limites é...
-ensinar que os direitos são iguais para todos;
-ensinar que existem OUTRAS pessoas no mundo;
-fazer a criança compreender que seus direitos acabam onde começam os direitos dos outros;
-dizer "sim" sempre que possível e "não" sempre que necessário;
-só dizer "não" aos filhos quando houver uma razão concreta;
-mostrar que muitas coisas podem ser feitas e outras não podem ser feitas;
-fazer a criança ver o mundo com uma conotação social(con-viver) e não apenas psicológica(o meu desejo e o meu prazer são as únicas coisas que contam);
-ensinar a tolerar pequenas frustrações no presente para que, no futuro, os problemas da vida possam ser superados com equilíbrio e maturidade(a criança que hoje aprendeu a esperar sua vez de ser servida à mesa amnhã não considerará um insulto pessoal esperar a vez na fila do cinema ou aguardar três ou quatro dias até que um chefe d^um parecer sobre sua promoção);
-desenvolver a capacidade de adiar satisfação(se não conseguir emprego hoje, continuará a lutar sem desistir ou, caso não tenha desenvolvido esta habilidade, agirá de forma insensata e desequilibrada, partindo, por exemplo, para a marginalidade, o alcoolismo ou a depressão);
-evitar que seu filho cresça achando que todos no mundo têm de satisfazer seus mínimos desejos e, se tal não ocorrer(o que é o mais provável), não conseguir lidar bem com a menor contrariedade, tornando-se, aí sim, frustrado, amargo ou, pior, desequilibrado emocionalmente;
-saber discernir entre o que é uma necessidade dos filhos e o que é apenas desejo;
-compreender que direito à privacidade não significa falta de cuidado, descaso, falta de acompanhamento e supervisão às atividades e atitudes dos filhos, dentro e fora de casa;
ensinar que a cada direito corresponde um dever e, principalmente...
-dar exemplo(quem quer ter filhos que respeitem a lei, e os homens tem de viver seu dia-a-dia dentro desses mesmos princípios - ainda que a sociedade não tenha apenas indivíduos que agem dessa forma)!!!
Tânia Zagury
Editora Record
-ensinar que os direitos são iguais para todos;
-ensinar que existem OUTRAS pessoas no mundo;
-fazer a criança compreender que seus direitos acabam onde começam os direitos dos outros;
-dizer "sim" sempre que possível e "não" sempre que necessário;
-só dizer "não" aos filhos quando houver uma razão concreta;
-mostrar que muitas coisas podem ser feitas e outras não podem ser feitas;
-fazer a criança ver o mundo com uma conotação social(con-viver) e não apenas psicológica(o meu desejo e o meu prazer são as únicas coisas que contam);
-ensinar a tolerar pequenas frustrações no presente para que, no futuro, os problemas da vida possam ser superados com equilíbrio e maturidade(a criança que hoje aprendeu a esperar sua vez de ser servida à mesa amnhã não considerará um insulto pessoal esperar a vez na fila do cinema ou aguardar três ou quatro dias até que um chefe d^um parecer sobre sua promoção);
-desenvolver a capacidade de adiar satisfação(se não conseguir emprego hoje, continuará a lutar sem desistir ou, caso não tenha desenvolvido esta habilidade, agirá de forma insensata e desequilibrada, partindo, por exemplo, para a marginalidade, o alcoolismo ou a depressão);
-evitar que seu filho cresça achando que todos no mundo têm de satisfazer seus mínimos desejos e, se tal não ocorrer(o que é o mais provável), não conseguir lidar bem com a menor contrariedade, tornando-se, aí sim, frustrado, amargo ou, pior, desequilibrado emocionalmente;
-saber discernir entre o que é uma necessidade dos filhos e o que é apenas desejo;
-compreender que direito à privacidade não significa falta de cuidado, descaso, falta de acompanhamento e supervisão às atividades e atitudes dos filhos, dentro e fora de casa;
ensinar que a cada direito corresponde um dever e, principalmente...
-dar exemplo(quem quer ter filhos que respeitem a lei, e os homens tem de viver seu dia-a-dia dentro desses mesmos princípios - ainda que a sociedade não tenha apenas indivíduos que agem dessa forma)!!!
Tânia Zagury
Editora Record
terça-feira, 9 de junho de 2009
MEC divulga simulado da Prova Brasil
Simulados são exemplos para que professores conheçam avaliação.
Modelos são voltados às 4ª e à 8ª séries do ensino fundamental.
Clipping Educacional - Do G1, em São Paulo
O Ministério da Educação (MEC) apresentou nesta segunda-feira (8) dois simulados da Prova Brasil, que visa avaliar o desempenho em língua portuguesa e matemática de estudantes de 4ª e 8ª séries do ensino fundamental (5° e 9° ano) de escolas públicas. As provas serão aplicadas, simultaneamente, no período de 19 a 30 de outubro.
Confira o simulado da Prova Brasil para a 4ª série
Confira o simulado da Prova Brasil para a 8ª série Os modelos de provas têm as mesmas características da Prova Brasil, elaborada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). As questões apresentadas nesses simulados não serão utilizadas na Prova Brasil. De acordo com o MEC, são exemplos para que os professores conheçam o método de avaliação, cujo resultado conta para o cálculo do Ideb, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica.O objetivo da Prova Brasil é ajudar o professor a avaliar o estágio de aprendizagem dos seus alunos e aprimorar o trabalho desenvolvido em sala de aula. Com os resultados do exame, é possível fazer um diagnóstico da situação nacional e regional da educação no país. Os dados são utilizados para calcular o Ideb e melhorar a qualidade do ensino básico.As questões da prova são elaboradas com base nas habilidades de leitura e interpretação e de raciocínio diante de problemas lógicos. Além dos testes, os alunos respondem a questionários para opinar sobre os professores, o diretor e a própria escola.
fonte:http://g1.globo.com/ acessado 09.06.09
Modelos são voltados às 4ª e à 8ª séries do ensino fundamental.
Clipping Educacional - Do G1, em São Paulo
O Ministério da Educação (MEC) apresentou nesta segunda-feira (8) dois simulados da Prova Brasil, que visa avaliar o desempenho em língua portuguesa e matemática de estudantes de 4ª e 8ª séries do ensino fundamental (5° e 9° ano) de escolas públicas. As provas serão aplicadas, simultaneamente, no período de 19 a 30 de outubro.
Confira o simulado da Prova Brasil para a 4ª série
Confira o simulado da Prova Brasil para a 8ª série Os modelos de provas têm as mesmas características da Prova Brasil, elaborada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). As questões apresentadas nesses simulados não serão utilizadas na Prova Brasil. De acordo com o MEC, são exemplos para que os professores conheçam o método de avaliação, cujo resultado conta para o cálculo do Ideb, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica.O objetivo da Prova Brasil é ajudar o professor a avaliar o estágio de aprendizagem dos seus alunos e aprimorar o trabalho desenvolvido em sala de aula. Com os resultados do exame, é possível fazer um diagnóstico da situação nacional e regional da educação no país. Os dados são utilizados para calcular o Ideb e melhorar a qualidade do ensino básico.As questões da prova são elaboradas com base nas habilidades de leitura e interpretação e de raciocínio diante de problemas lógicos. Além dos testes, os alunos respondem a questionários para opinar sobre os professores, o diretor e a própria escola.
fonte:http://g1.globo.com/ acessado 09.06.09
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Família na Escola


O Colégio Estadual de Marmeleiro de acordo com o PPP(Projeto Político Pedagógico) da escola, realiza constantes encontros com pais ou responsáveis pelos alunos.
Nos dias 04 e 05 de junho a reunião de pais teve como objetivo discutir O Papel dos Pais na Educação Escolar dos Filhos.
Durante a reunião analisou-se as dificuldades de aprendizagem dos alunos, os motivos que podem ser as causas da não-aprendizagem.
Os pais puderam colocar suas próprias dificuldades para acompanhar os filhos em tarefas, orientação de horários para estudos e compreensão dos conteúdos que são ensinados na escola.
Discutiu-se ainda a questão de limites e disciplina que são necessários para a aprendizagem na escola e convivênvia familiar e social.
Disponibilizou-se aos pais e outros familiares a biblioteca da escola e respectivo acervo.
Nela constam livros para leitura de diferentes temas que podem auxiliar os pais na educação dos filhos e ampliar seus conhecimentos.
Sugeriu-se que os pais criem momentos de leitura em família. Isto poderá contribuir para que o aluno se dedique mais ao hábito de ler.
Incentivou-se a participação dos pais ou responsáveis na escola através dos encontros por ela realizados, continuar vindo saber sobre a aprendizagem dos alunos, trocar ideias com professores, direção e pedagógico, participar das promoções, inclusive, da Festa Junina, dia 13 de junho.
A seguir os pais receberam os boletins e conversaram com os professores dos filhos.
Nos dias 04 e 05 de junho a reunião de pais teve como objetivo discutir O Papel dos Pais na Educação Escolar dos Filhos.
Durante a reunião analisou-se as dificuldades de aprendizagem dos alunos, os motivos que podem ser as causas da não-aprendizagem.
Os pais puderam colocar suas próprias dificuldades para acompanhar os filhos em tarefas, orientação de horários para estudos e compreensão dos conteúdos que são ensinados na escola.
Discutiu-se ainda a questão de limites e disciplina que são necessários para a aprendizagem na escola e convivênvia familiar e social.
Disponibilizou-se aos pais e outros familiares a biblioteca da escola e respectivo acervo.
Nela constam livros para leitura de diferentes temas que podem auxiliar os pais na educação dos filhos e ampliar seus conhecimentos.
Sugeriu-se que os pais criem momentos de leitura em família. Isto poderá contribuir para que o aluno se dedique mais ao hábito de ler.
Incentivou-se a participação dos pais ou responsáveis na escola através dos encontros por ela realizados, continuar vindo saber sobre a aprendizagem dos alunos, trocar ideias com professores, direção e pedagógico, participar das promoções, inclusive, da Festa Junina, dia 13 de junho.
A seguir os pais receberam os boletins e conversaram com os professores dos filhos.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Perguntas sobre o ENEM
1- Qual será o novo modelo da prova?
Serão 200 questões de múltipla escolha e uma redação. As provas serão aplicadas em dois dias. Entre as áreas abordadas estão linguagens (50 testes e redação), ciências humanas (50 testes), ciências da natureza (50 testes) e matemática (50 testes).
2- Qual será o conteúdo cobrado na prova?
O Ministério da Educação (MEC) informou que cobrará o conteúdo das disciplinas do ensino médio, mas ainda não detalhou o programa. As diretrizes da prova serão elaboradas por um comitê composto pelas universidades federais, Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) e Conselho Nacional de Secretários de Educação.
3- Quando o novo exame será aplicado?
Quando saem os resultados? O calendário previsto para a realização da prova é 3 e 4 de outubro deste ano. O desempenho dos candidatos na parte objetiva (testes) será divulgado em 4 de dezembro e, o resultado final, incluindo a redação, sai em 8 de janeiro de 2010.
4- Como será a inscrição para o novo Enem?
O processo de inscrição será exclusivamente pela internet. Segundo o MEC, a taxa de inscrição para alunos da rede particular é de R$ 35. Estudantes da rede pública ou bolsistas em escola particular estarão isentos da taxa.
5- A Fuvest e a Unicamp seguirão adotando o Enem como bônus?
A nota do Enem continuará sendo usada na nota da primeira fase da Fuvest e poderá representar até 20% do total da nota da primeira fase. Já a Unicamp estuda não considerar a nota do Enem em seu vestibular deste ano.
6- Conforme proposta do MEC, quais universidades federais adotarão o novo Enem como vestibular?
A proposta foi apresentada pelo ministro Fernando Haddad aos reitores das federais no início de abril em Brasília. Os conselhos universitários de cada federal devem avaliar até o fim deste mês se adotam ou não a proposta e, no caso da adoção, quando e como seria aplicada. Cada universidade tem autonomia para decidir. Em reportagem do G1, algumas universidades já se posicionaram sobre a questão.
7- Como seria aplicado o novo Enem pelas universidades federais?
Os reitores das universidades federais e o ministro da Educação definiram quatro formas de adesão das instituições ao novo Enem. Há quatro possibilidades: o Enem como fase única; como primeira fase; como fase única para as vagas ociosas, após o vestibular; ou combinado ao atual vestibular da instituição. Neste último caso, a universidade definirá o percentual da nota do Enem a ser utilizado para a construção de uma média junto com a nota da prova do vestibular.
8- O Sistema de Seleção Unificada, proposto pelo MEC, admite a escolha de quantas opções?
O vestibulando pode escolher cinco cursos em até cinco instituições de ensino no Sistema de Seleção Unificada, na internet.
9- Após o Enem, o vestibulando pode mudar as opções?
Como?
Após receber o resultado da prova, o vestibulando poderá listar até cinco cursos nas universidades de sua preferência (escolha também limitada a cinco). Atualizada diariamente, a nota de corte dos cursos será determinada pela concorrência entre os alunos. Ou seja, se mais alunos com notas altas concorrerem a um determinado curso, a nota de corte será mais alta.
No Sistema de Seleção Unificada, disponível na internet, o vestibulando poderá visualizar a nota do último candidato selecionado e comparar com a sua. Desse modo, poderá mudar suas opções quantas vezes quiser até o encerramento do prazo de inscrição.
Se o aluno perceber que o curso escolhido como a primeira opção está com a nota de corte superior à sua avaliação no Enem, pode escolher as demais opções da sua lista inicial ou modificar a primeira lista escolhendo novos cursos e novas instituições.
10- Como se dará a seleção dos candidatos? E se houver empate?
Os vestibulandos serão selecionados em apenas uma das opções de curso conforme a nota do novo Enem, a ordem das opções escolhidas na inscrição e o limite de vagas disponíveis. No caso de notas idênticas, o desempate seguirá a seguinte ordem de critérios: maior nota na prova de linguagens, maior nota na prova de matemática e maior idade do candidato.
http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1089718-5604,00-TIRADUVIDAS+G+RESPONDE+A+DEZ+PERGUNTAS+SOBRE+O+NOVO+ENEM.html - acessado em 20/05/09.
Serão 200 questões de múltipla escolha e uma redação. As provas serão aplicadas em dois dias. Entre as áreas abordadas estão linguagens (50 testes e redação), ciências humanas (50 testes), ciências da natureza (50 testes) e matemática (50 testes).
2- Qual será o conteúdo cobrado na prova?
O Ministério da Educação (MEC) informou que cobrará o conteúdo das disciplinas do ensino médio, mas ainda não detalhou o programa. As diretrizes da prova serão elaboradas por um comitê composto pelas universidades federais, Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) e Conselho Nacional de Secretários de Educação.
3- Quando o novo exame será aplicado?
Quando saem os resultados? O calendário previsto para a realização da prova é 3 e 4 de outubro deste ano. O desempenho dos candidatos na parte objetiva (testes) será divulgado em 4 de dezembro e, o resultado final, incluindo a redação, sai em 8 de janeiro de 2010.
4- Como será a inscrição para o novo Enem?
O processo de inscrição será exclusivamente pela internet. Segundo o MEC, a taxa de inscrição para alunos da rede particular é de R$ 35. Estudantes da rede pública ou bolsistas em escola particular estarão isentos da taxa.
5- A Fuvest e a Unicamp seguirão adotando o Enem como bônus?
A nota do Enem continuará sendo usada na nota da primeira fase da Fuvest e poderá representar até 20% do total da nota da primeira fase. Já a Unicamp estuda não considerar a nota do Enem em seu vestibular deste ano.
6- Conforme proposta do MEC, quais universidades federais adotarão o novo Enem como vestibular?
A proposta foi apresentada pelo ministro Fernando Haddad aos reitores das federais no início de abril em Brasília. Os conselhos universitários de cada federal devem avaliar até o fim deste mês se adotam ou não a proposta e, no caso da adoção, quando e como seria aplicada. Cada universidade tem autonomia para decidir. Em reportagem do G1, algumas universidades já se posicionaram sobre a questão.
7- Como seria aplicado o novo Enem pelas universidades federais?
Os reitores das universidades federais e o ministro da Educação definiram quatro formas de adesão das instituições ao novo Enem. Há quatro possibilidades: o Enem como fase única; como primeira fase; como fase única para as vagas ociosas, após o vestibular; ou combinado ao atual vestibular da instituição. Neste último caso, a universidade definirá o percentual da nota do Enem a ser utilizado para a construção de uma média junto com a nota da prova do vestibular.
8- O Sistema de Seleção Unificada, proposto pelo MEC, admite a escolha de quantas opções?
O vestibulando pode escolher cinco cursos em até cinco instituições de ensino no Sistema de Seleção Unificada, na internet.
9- Após o Enem, o vestibulando pode mudar as opções?
Como?
Após receber o resultado da prova, o vestibulando poderá listar até cinco cursos nas universidades de sua preferência (escolha também limitada a cinco). Atualizada diariamente, a nota de corte dos cursos será determinada pela concorrência entre os alunos. Ou seja, se mais alunos com notas altas concorrerem a um determinado curso, a nota de corte será mais alta.
No Sistema de Seleção Unificada, disponível na internet, o vestibulando poderá visualizar a nota do último candidato selecionado e comparar com a sua. Desse modo, poderá mudar suas opções quantas vezes quiser até o encerramento do prazo de inscrição.
Se o aluno perceber que o curso escolhido como a primeira opção está com a nota de corte superior à sua avaliação no Enem, pode escolher as demais opções da sua lista inicial ou modificar a primeira lista escolhendo novos cursos e novas instituições.
10- Como se dará a seleção dos candidatos? E se houver empate?
Os vestibulandos serão selecionados em apenas uma das opções de curso conforme a nota do novo Enem, a ordem das opções escolhidas na inscrição e o limite de vagas disponíveis. No caso de notas idênticas, o desempate seguirá a seguinte ordem de critérios: maior nota na prova de linguagens, maior nota na prova de matemática e maior idade do candidato.
http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1089718-5604,00-TIRADUVIDAS+G+RESPONDE+A+DEZ+PERGUNTAS+SOBRE+O+NOVO+ENEM.html - acessado em 20/05/09.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
NRE ITINERANTE

O Colégio Estadual de Marmeleiro está sediando dias 11 e 12 de maio os trabalhos desenvolvidos pelo Núcleo Regional de Educação de Francisco Beltrão - o NRE Itinerante.
São dois dias de formação continuada através dos profissionais de educação do NRE em todas as áreas do conhecimento com professores, pedagogos, diretores e funcionários das escolas.
Três municípios do NRE de Francisco Beltrão vieram até Marmeleiro para o curso de formação continuada:Enéas Marques, Renascença e Verê.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Por que o Enem Mudou?
"Segundo o MEC, o vestibular seleciona os melhores estudantes e cumpre sua função. Mas com a unificação dos vestibulares pelo novo Enem, o candidato terá mais chances de ingressar em uma universidade, pois poderá se candidatar a diversas instituições simultaneamente, com diminuição de custos - como o de taxa de inscrição e de viagens para realizar os exames. Além disso, o ministério pretende dar orientações mais claras para mudanças no ensino médio, a partir do novo Enem.
Não era possível unificar os vestibulares com o Enem da forma antiga?
Segundo o MEC, o novo formato de prova tem mais capacidade de diferenciar as habilidades dos candidatos e de selecionar os ingressantes em uma faculdade. A prova tem questões com níveis de complexidade diferentes e poderá ser comparada ano a ano, já que seguirá um padrão.
O novo Enem terá quantas questões?
Serão 200 questões objetivas com cinco alternativas. Até o ano passado, eram aplicados 63 testes de múltipla escolha.
Haverá redação?
Sim. A redação está mantida no novo Enem, no mesmo modelo dissertativo - como já ocorria nas edições anteriores.
Quando será aplicado o novo Enem?
A prova está prevista para os dias 3 e 4 de outubro. A divulgação das notas nas questões de múltipla escolha ocorrerá em 4 de dezembro. O resultado final, incluindo a redação, sai no dia 8 de janeiro de 2010, diz o MEC.
O conteúdo cobrado vai mudar?
A prova continuará a avaliar habilidades e competências. O ministro Fernando Haddad já afirmou que o conteúdo cobrado deverá se aproximar um pouco do que é exigido nos vestibulares. O Enem passará, então, a exigir mais conteúdo do que nas edições anteriores.
Quais serão as matérias avaliadas?
Serão avaliadas quatro áreas do saber: linguagens, códigos e suas tecnologias (incluindo redação); ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e matemática e suas tecnologias. Cada uma das áreas deverá ter cerca de 50 testes.
Como devo me preparar para o novo Enem?
Segundo o MEC, quem está se preparando para o Enem antigo e para os vestibulares não terá problemas na resolução da nova prova.
Vai ser preciso saber fórmulas de física e química?
De acordo com o MEC, a intenção é diminuir e até mesmo acabar com a "decoreba". As questões deverão fornecer as fórmulas necessárias. Isso não significa que a pergunta vai ficar mais fácil! Será necessário ter bom conhecimento das disciplinas e saber, de verdade, utilizar as fórmulas.
Será preciso estudar datas históricas?
Pela proposta, a ideia não é cobrar conhecimento enciclopédico. Ou seja, os testes não deverão conter pegadinhas sobre anos ou dias de determinados fatos históricos. O que será cobrado do candidato é o conhecimento aprofundado da história, da relação entre os fatos e as implicações do conhecimento do passado no presente.
A prova terá atualidades?
Os vestibulares tradicionais e o próprio Enem antigo costumam cobrar atualidades de maneira contextualizada. Ou seja, as atualidades servem como "gancho" para formular um teste ou para o tema da dissertação. Sempre é bom estar informado, para ter facilidade ao elaborar relações entre conteúdos e construir argumentos em um texto.
O exame terá questões de inglês?
Em 2009, a prova não terá perguntas de língua estrangeira. Para 2010 são previstas perguntas de inglês e espanhol. O MEC ainda não definiu se o candidato poderá fazer a escolha entre um ou outro idioma.
Como as faculdades vão utilizar o novo Enem?
O MEC definiu quatro formas de utilização do novo Enem na seleção de estudantes. São elas:
1- usar o Enem como prova única para a seleção de ingresso;
2- substituir apenas a primeira fase do vestibular pelo Enem;
3- combinar a nota do Enem com a nota do vestibular tradicional. Nesta modalidade, a universidade fica livre para decidir um percentual do Enem que será utilizado na média definitiva;
4- usar o Enem como fase única apenas para as vagas ociosas da universidade.
Terei de escrever de acordo com as novas regras ortográficas?
Não. Segundo o decreto que regulamenta o acordo ortográfico, é possível escrever de acordo com a norma antiga até 2012. Os examinadores terão de aceitar as duas grafias.
Posso me candidatar a quantas faculdades com o novo Enem?
Será permitido que o vestibulando escolha até cinco opções de cursos em instituições de todo o país que aderirem à prova. É permitido escolher diferentes cursos em instituições distintas.
Universidades particulares e estaduais poderão adotar o novo Enem?
Sim. A adoção é aberta para as instituições que tiverem interesse. USP (Universidade de São Paulo) e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) já informaram que não vão trocar seus vestibulares pelo novo Enem de 2009.
Como será a inscrição para os vestibulares?
O MEC vai criar um sistema na internet para a realização das inscrições. Será um sistema semelhante ao que já é usado no Prouni (Programa Universidade para Todos), que concede bolsas de estudo em universidades particulares. O processo todo será realizado pela internet.
Como sei se minha nota no Enem 2009 é suficiente para conquistar uma vaga?
O MEC informa que a nota mínima para ingresso em cada curso será atualizada diariamente, em tempo real. Assim, o candidato poderá saber se tem pontos suficientes para conquistar a vaga. Se não tiver, poderá modificar sua escolha quantas vezes desejar, até que termine o prazo de opção.
Como o ensino médio muda, depois do novo Enem?
É no ensino médio que os interessados em fazer uma faculdade se preparam. Se o processo seletivo de ingresso nas universidades mudar, as escolas terão de ensinar os estudantes. Assim, por conta de uma mudança na avaliação, o MEC pretende que ocorram mudanças no sistema de ensino.
Se o Enem quer pautar o ensino médio, quem já fez colegial terá mais dificuldade para fazer a prova?
Como a prova não exigirá domínio de conteúdos de memorização, mesmo quem já se formou poderá ter um bom desempenho. Mas a avaliação vai exigir capacidade de relacionar fatos, de aplicar conhecimentos das disciplinas e habilidades de interpretação de texto, gráficos e problemas".
http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/05/06/ult1811u293.jhtm -acessado em 08/05/09
Não era possível unificar os vestibulares com o Enem da forma antiga?
Segundo o MEC, o novo formato de prova tem mais capacidade de diferenciar as habilidades dos candidatos e de selecionar os ingressantes em uma faculdade. A prova tem questões com níveis de complexidade diferentes e poderá ser comparada ano a ano, já que seguirá um padrão.
O novo Enem terá quantas questões?
Serão 200 questões objetivas com cinco alternativas. Até o ano passado, eram aplicados 63 testes de múltipla escolha.
Haverá redação?
Sim. A redação está mantida no novo Enem, no mesmo modelo dissertativo - como já ocorria nas edições anteriores.
Quando será aplicado o novo Enem?
A prova está prevista para os dias 3 e 4 de outubro. A divulgação das notas nas questões de múltipla escolha ocorrerá em 4 de dezembro. O resultado final, incluindo a redação, sai no dia 8 de janeiro de 2010, diz o MEC.
O conteúdo cobrado vai mudar?
A prova continuará a avaliar habilidades e competências. O ministro Fernando Haddad já afirmou que o conteúdo cobrado deverá se aproximar um pouco do que é exigido nos vestibulares. O Enem passará, então, a exigir mais conteúdo do que nas edições anteriores.
Quais serão as matérias avaliadas?
Serão avaliadas quatro áreas do saber: linguagens, códigos e suas tecnologias (incluindo redação); ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e matemática e suas tecnologias. Cada uma das áreas deverá ter cerca de 50 testes.
Como devo me preparar para o novo Enem?
Segundo o MEC, quem está se preparando para o Enem antigo e para os vestibulares não terá problemas na resolução da nova prova.
Vai ser preciso saber fórmulas de física e química?
De acordo com o MEC, a intenção é diminuir e até mesmo acabar com a "decoreba". As questões deverão fornecer as fórmulas necessárias. Isso não significa que a pergunta vai ficar mais fácil! Será necessário ter bom conhecimento das disciplinas e saber, de verdade, utilizar as fórmulas.
Será preciso estudar datas históricas?
Pela proposta, a ideia não é cobrar conhecimento enciclopédico. Ou seja, os testes não deverão conter pegadinhas sobre anos ou dias de determinados fatos históricos. O que será cobrado do candidato é o conhecimento aprofundado da história, da relação entre os fatos e as implicações do conhecimento do passado no presente.
A prova terá atualidades?
Os vestibulares tradicionais e o próprio Enem antigo costumam cobrar atualidades de maneira contextualizada. Ou seja, as atualidades servem como "gancho" para formular um teste ou para o tema da dissertação. Sempre é bom estar informado, para ter facilidade ao elaborar relações entre conteúdos e construir argumentos em um texto.
O exame terá questões de inglês?
Em 2009, a prova não terá perguntas de língua estrangeira. Para 2010 são previstas perguntas de inglês e espanhol. O MEC ainda não definiu se o candidato poderá fazer a escolha entre um ou outro idioma.
Como as faculdades vão utilizar o novo Enem?
O MEC definiu quatro formas de utilização do novo Enem na seleção de estudantes. São elas:
1- usar o Enem como prova única para a seleção de ingresso;
2- substituir apenas a primeira fase do vestibular pelo Enem;
3- combinar a nota do Enem com a nota do vestibular tradicional. Nesta modalidade, a universidade fica livre para decidir um percentual do Enem que será utilizado na média definitiva;
4- usar o Enem como fase única apenas para as vagas ociosas da universidade.
Terei de escrever de acordo com as novas regras ortográficas?
Não. Segundo o decreto que regulamenta o acordo ortográfico, é possível escrever de acordo com a norma antiga até 2012. Os examinadores terão de aceitar as duas grafias.
Posso me candidatar a quantas faculdades com o novo Enem?
Será permitido que o vestibulando escolha até cinco opções de cursos em instituições de todo o país que aderirem à prova. É permitido escolher diferentes cursos em instituições distintas.
Universidades particulares e estaduais poderão adotar o novo Enem?
Sim. A adoção é aberta para as instituições que tiverem interesse. USP (Universidade de São Paulo) e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) já informaram que não vão trocar seus vestibulares pelo novo Enem de 2009.
Como será a inscrição para os vestibulares?
O MEC vai criar um sistema na internet para a realização das inscrições. Será um sistema semelhante ao que já é usado no Prouni (Programa Universidade para Todos), que concede bolsas de estudo em universidades particulares. O processo todo será realizado pela internet.
Como sei se minha nota no Enem 2009 é suficiente para conquistar uma vaga?
O MEC informa que a nota mínima para ingresso em cada curso será atualizada diariamente, em tempo real. Assim, o candidato poderá saber se tem pontos suficientes para conquistar a vaga. Se não tiver, poderá modificar sua escolha quantas vezes desejar, até que termine o prazo de opção.
Como o ensino médio muda, depois do novo Enem?
É no ensino médio que os interessados em fazer uma faculdade se preparam. Se o processo seletivo de ingresso nas universidades mudar, as escolas terão de ensinar os estudantes. Assim, por conta de uma mudança na avaliação, o MEC pretende que ocorram mudanças no sistema de ensino.
Se o Enem quer pautar o ensino médio, quem já fez colegial terá mais dificuldade para fazer a prova?
Como a prova não exigirá domínio de conteúdos de memorização, mesmo quem já se formou poderá ter um bom desempenho. Mas a avaliação vai exigir capacidade de relacionar fatos, de aplicar conhecimentos das disciplinas e habilidades de interpretação de texto, gráficos e problemas".
http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/05/06/ult1811u293.jhtm -acessado em 08/05/09
terça-feira, 14 de abril de 2009
O que fazer quando uma criança mente na escola?
Por Içami Tiba
Crianças mentem na escola? Enquanto não sabem o significado da mentira, podem "inventar verdades". Quanto menos amadurecidas forem, mais podem misturar fantasias com realidade, ou seja, contar algo como se fosse verdadeiro, mesmo que seja imaginado por elas.
Adultos usam essa confusão para conseguir que crianças pequeninas façam o que eles querem, mesmo que elas não queiram fazer. É o caso do Papai Noel. Se ela não for boazinha, não for dormir cedo, ou não obedecer aos adultos, pode receber uma ameaça mentirosa: "Papai Noel não vai lhe trazer presentes no Natal!"
Os adultos estão falseando a verdade de que Papai Noel não existe: eles tiram vantagens da ignorância das crianças para conseguirem obediência. Os adultos abusam da credulidade delas, que nem questionam a existência ou não do Papai Noel; o que querem é ganhar presentes.
Ninguém fala a um adolescente que, se ele for bonzinho, Papai Noel vai lhe colocar um presente na meia pendurada na lareira na noite que precede o Natal. Ele sabe o que é mentir e tira vantagens de quem acredita em suas mentiras. Seu cérebro está maduro o suficiente para não confundir o que pensou com o que de fato fez.
Algumas crianças não gostam de dizer que não sabem. Faz parte de suas vontades ser grande e ter todas as respostas. Não tem como dizer que são grandes, mas podem inventar respostas. Um reforço para estes desejos infantis, que não são tão infantis assim, são os agrados que recebem por saberem tanto, ou quando um adulto lhes diz o quanto elas cresceram... Aliás, isso continua assim em muitos adultos.
Não vale a pena brigar com as crianças, mas sim ensiná-las a falarem a verdade e não o que imaginaram. Não se poderia falar em mentira nesta idade. Nem afirmar que elas mentiram. Um professor cuidadoso deveria perguntar se o que o aluninho falou é imaginado ou acontecido de verdade. E ensinar o quanto é bom para todos saberem separar a imaginação da realidade.
Os professores podem usar um exemplo: Posso imaginar que estou voando como um passarinho, mas isso não é realidade. Na verdade, não posso voar, mas posso imaginar. Se eu acreditar que eu consigo voar, posso pular da janela e cair no chão e me machucar muito...
Se elas falam o que imaginaram como se fosse verdade e os adultos fingem que acreditam, esta reação pode reforçar a imaginação e chegar facilmente à mentira. A mentira geralmente tem um caráter defensivo, um receio de que a verdade possa lhe trazer uma rejeição ou uma agressão no lugar de agrado.
Quando um aluno mente, ele esquece que mentiu. Depois de um bom tempo, no dia seguinte, por exemplo, pode-se repetir a pergunta de uma maneira diferente, em tom normal, demonstrando querer saber mais do que desconfiando dele. Se for imaginação, o aluno geralmente esquece o que respondeu.
Um professor não pode afirmar que seu aluno mentiu sob o risco de ser atacado pelos pais. Pais não admitem que seus filhos mentem e muitos deles dizem textualmente: "Meu filho não mente!" Nem sempre eles acreditam nesta afirmação, mas querem defender o filho a qualquer custo.
Estes são os pais que serão vítimas do próprio filho, que passará a mentir para eles também. A mentira é um dos precursores das transgressões às normas de boa convivência para qualquer idade em qualquer ambiente.
Quando um professor percebe que um aluno está mentindo, o melhor a fazer é conversar com os pais da criança. Facilite o contato, seja por e-mail ou por telefone. Não precisa ser presencial. Os pais ficam geralmente apavorados quando chamados pela escola e chegam atacando para defender o filho.
http://educacao.uol.com.br/colunas/icami_tiba/ult6425u17.jhtm - acessado:14/04/09.
Crianças mentem na escola? Enquanto não sabem o significado da mentira, podem "inventar verdades". Quanto menos amadurecidas forem, mais podem misturar fantasias com realidade, ou seja, contar algo como se fosse verdadeiro, mesmo que seja imaginado por elas.
Adultos usam essa confusão para conseguir que crianças pequeninas façam o que eles querem, mesmo que elas não queiram fazer. É o caso do Papai Noel. Se ela não for boazinha, não for dormir cedo, ou não obedecer aos adultos, pode receber uma ameaça mentirosa: "Papai Noel não vai lhe trazer presentes no Natal!"
Os adultos estão falseando a verdade de que Papai Noel não existe: eles tiram vantagens da ignorância das crianças para conseguirem obediência. Os adultos abusam da credulidade delas, que nem questionam a existência ou não do Papai Noel; o que querem é ganhar presentes.
Ninguém fala a um adolescente que, se ele for bonzinho, Papai Noel vai lhe colocar um presente na meia pendurada na lareira na noite que precede o Natal. Ele sabe o que é mentir e tira vantagens de quem acredita em suas mentiras. Seu cérebro está maduro o suficiente para não confundir o que pensou com o que de fato fez.
Algumas crianças não gostam de dizer que não sabem. Faz parte de suas vontades ser grande e ter todas as respostas. Não tem como dizer que são grandes, mas podem inventar respostas. Um reforço para estes desejos infantis, que não são tão infantis assim, são os agrados que recebem por saberem tanto, ou quando um adulto lhes diz o quanto elas cresceram... Aliás, isso continua assim em muitos adultos.
Não vale a pena brigar com as crianças, mas sim ensiná-las a falarem a verdade e não o que imaginaram. Não se poderia falar em mentira nesta idade. Nem afirmar que elas mentiram. Um professor cuidadoso deveria perguntar se o que o aluninho falou é imaginado ou acontecido de verdade. E ensinar o quanto é bom para todos saberem separar a imaginação da realidade.
Os professores podem usar um exemplo: Posso imaginar que estou voando como um passarinho, mas isso não é realidade. Na verdade, não posso voar, mas posso imaginar. Se eu acreditar que eu consigo voar, posso pular da janela e cair no chão e me machucar muito...
Se elas falam o que imaginaram como se fosse verdade e os adultos fingem que acreditam, esta reação pode reforçar a imaginação e chegar facilmente à mentira. A mentira geralmente tem um caráter defensivo, um receio de que a verdade possa lhe trazer uma rejeição ou uma agressão no lugar de agrado.
Quando um aluno mente, ele esquece que mentiu. Depois de um bom tempo, no dia seguinte, por exemplo, pode-se repetir a pergunta de uma maneira diferente, em tom normal, demonstrando querer saber mais do que desconfiando dele. Se for imaginação, o aluno geralmente esquece o que respondeu.
Um professor não pode afirmar que seu aluno mentiu sob o risco de ser atacado pelos pais. Pais não admitem que seus filhos mentem e muitos deles dizem textualmente: "Meu filho não mente!" Nem sempre eles acreditam nesta afirmação, mas querem defender o filho a qualquer custo.
Estes são os pais que serão vítimas do próprio filho, que passará a mentir para eles também. A mentira é um dos precursores das transgressões às normas de boa convivência para qualquer idade em qualquer ambiente.
Quando um professor percebe que um aluno está mentindo, o melhor a fazer é conversar com os pais da criança. Facilite o contato, seja por e-mail ou por telefone. Não precisa ser presencial. Os pais ficam geralmente apavorados quando chamados pela escola e chegam atacando para defender o filho.
http://educacao.uol.com.br/colunas/icami_tiba/ult6425u17.jhtm - acessado:14/04/09.
Como os avós podem ajudar na educação dos filhos
Por Içami Tiba
A longevidade está aumentando. Os casais estão sendo pais mais jovens. Os filhos, cada vez em menor número, mas continuam chegando. E chegam quando os pais estão ainda crescendo na vida profissional.
Faz décadas que não é mais só pai que trabalha. A mãe também trabalha fora, e muito. Às vezes até mais que o próprio marido. Os avós que se aposentam ainda estão na "melhor idade", isto é, tem muita energia e alegria de viver, portanto não mais como as suas mães que ainda tricotavam enquanto os avós cochilavam na poltrona da sala...
Hoje as avós são "saradas", isto é, fisicamente em forma, exibindo com categoria sua juventude, salvo raras exceções. Os avôs também estão mais conservados que os de antigamente, porém um pouco mais reservados que as avós quando se referem aos próprios cuidados estéticos.
As crianças começam a ir para escolinha com dois anos de idade. Mas boa parte delas frequenta creches a partir de 4-5 meses de idade. Creches são estabelecimentos de assistência, mas os pais falam que seu filho está na "escolinha". Pode até ser uma escolinha de vida por ver outros nenês, por sair de casa etc.
Temos então uma geração de criancinhas necessitadas, (mal comparadas com a fome das criancinhas, pois de fome mesmo elas não têm nadinha e bem comparadas com carência de afeto físico), e uma geração de pessoas com algumas disponibilidades (outras com total disposição e disponibilidade), com bastante experiência de vida e melhor ainda, da mais alta confiança. Nunca ouvi falar de vovós que sequestram netos. Mas se assim fazem, até pagam para devolver algumas criancinhas, cujos pais também pagariam dobrado para ficarem com elas para poderem pelo menos dormir uma noite tranquila, umazinha só...
Os pais sentem de culpa por não ficar tanto tempo com os filhos como gostariam. Acham que estão falhando na educação deles. Mas não se permitem a tirarem um tempo para o casal, pois a culpa aí passa a ser dolosa. Eles, os dois, trabalham não só porque querem fazer carreira, mas também porque precisam de dinheiro. E como filhos pequenos gastam, às vezes, até mais que filhos maiores...
Outro grande receio é que os avós podem atrapalhar a educação dos seus preciosos filhos. Assisto crianças mal educadas com e sem avós. A má educação é resultado muito maior da falta de conhecimentos dos pais em educação do que avós estragando o que eles construíram.
Aliás, as crianças sabem diferenciar quem de fato "manda nelas". Basta os avós fazerem ou pedirem algo que os filhos não querem fazer que eles prontamente reagem: "Você não é meu pai(ou mãe) para falar assim comigo! (ou mandar em mim!).
Os pais teriam que colocar como prioridade a educação no lugar da convivência com os filhos. O conviver é funcionar como não-pai e não-mãe, reforçado por frases de efeito tipo: "os pais são os melhores amigos dos filhos". Fico com pena destes filhos, pois então eles não têm pais. Pais são os que respondem pelo futuro deles e não simplesmente se divertem juntos.
Como não existe almoço de graça, deixar os filhos com avós também tem o seu preço. É um preço muito barato se os pais souberem aproveitar bem dizendo que não aceitam o que os filhos fazem, mesmo que estes digam que "aprenderam com os avós". Então "vocês façam com eles e não conosco que não aceitamos por..." e expliquem direitinho os porquês da não aceitação. Isto é muito educativo para as crianças. Elas não podem fazer TUDO o que querem em TODOS os lugares.
http://educacao.uol.com.br/colunas/icami_tiba/ult6425u12.jhtm
Içami Tiba
Psiquiatra, educador e conferencista. Escreveu “Quem Ama, Educa! Formando Cidadãos Éticos" e mais 22 livros.
Site: www.tiba.com.br
A longevidade está aumentando. Os casais estão sendo pais mais jovens. Os filhos, cada vez em menor número, mas continuam chegando. E chegam quando os pais estão ainda crescendo na vida profissional.
Faz décadas que não é mais só pai que trabalha. A mãe também trabalha fora, e muito. Às vezes até mais que o próprio marido. Os avós que se aposentam ainda estão na "melhor idade", isto é, tem muita energia e alegria de viver, portanto não mais como as suas mães que ainda tricotavam enquanto os avós cochilavam na poltrona da sala...
Hoje as avós são "saradas", isto é, fisicamente em forma, exibindo com categoria sua juventude, salvo raras exceções. Os avôs também estão mais conservados que os de antigamente, porém um pouco mais reservados que as avós quando se referem aos próprios cuidados estéticos.
As crianças começam a ir para escolinha com dois anos de idade. Mas boa parte delas frequenta creches a partir de 4-5 meses de idade. Creches são estabelecimentos de assistência, mas os pais falam que seu filho está na "escolinha". Pode até ser uma escolinha de vida por ver outros nenês, por sair de casa etc.
Temos então uma geração de criancinhas necessitadas, (mal comparadas com a fome das criancinhas, pois de fome mesmo elas não têm nadinha e bem comparadas com carência de afeto físico), e uma geração de pessoas com algumas disponibilidades (outras com total disposição e disponibilidade), com bastante experiência de vida e melhor ainda, da mais alta confiança. Nunca ouvi falar de vovós que sequestram netos. Mas se assim fazem, até pagam para devolver algumas criancinhas, cujos pais também pagariam dobrado para ficarem com elas para poderem pelo menos dormir uma noite tranquila, umazinha só...
Os pais sentem de culpa por não ficar tanto tempo com os filhos como gostariam. Acham que estão falhando na educação deles. Mas não se permitem a tirarem um tempo para o casal, pois a culpa aí passa a ser dolosa. Eles, os dois, trabalham não só porque querem fazer carreira, mas também porque precisam de dinheiro. E como filhos pequenos gastam, às vezes, até mais que filhos maiores...
Outro grande receio é que os avós podem atrapalhar a educação dos seus preciosos filhos. Assisto crianças mal educadas com e sem avós. A má educação é resultado muito maior da falta de conhecimentos dos pais em educação do que avós estragando o que eles construíram.
Aliás, as crianças sabem diferenciar quem de fato "manda nelas". Basta os avós fazerem ou pedirem algo que os filhos não querem fazer que eles prontamente reagem: "Você não é meu pai(ou mãe) para falar assim comigo! (ou mandar em mim!).
Os pais teriam que colocar como prioridade a educação no lugar da convivência com os filhos. O conviver é funcionar como não-pai e não-mãe, reforçado por frases de efeito tipo: "os pais são os melhores amigos dos filhos". Fico com pena destes filhos, pois então eles não têm pais. Pais são os que respondem pelo futuro deles e não simplesmente se divertem juntos.
Como não existe almoço de graça, deixar os filhos com avós também tem o seu preço. É um preço muito barato se os pais souberem aproveitar bem dizendo que não aceitam o que os filhos fazem, mesmo que estes digam que "aprenderam com os avós". Então "vocês façam com eles e não conosco que não aceitamos por..." e expliquem direitinho os porquês da não aceitação. Isto é muito educativo para as crianças. Elas não podem fazer TUDO o que querem em TODOS os lugares.
http://educacao.uol.com.br/colunas/icami_tiba/ult6425u12.jhtm
Içami Tiba
Psiquiatra, educador e conferencista. Escreveu “Quem Ama, Educa! Formando Cidadãos Éticos" e mais 22 livros.
Site: www.tiba.com.br
terça-feira, 7 de abril de 2009
Prova sobre ambiente reprova 1/3 dos alunos brasileiros
ANTÔNIO GOIS
Clipping Educacional - da Folha de S.Paulo, no Rio
Mais de um terço dos alunos brasileiros têm nível mínimo de conhecimento sobre questões ambientais. Entre 57 nações comparadas, só três (Catar, Quirguistão e Azerbaijão) obtiveram resultados piores.
Essas são as conclusões de um estudo divulgado na última terça-feira (31) pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que, de três em três anos, organiza o Pisa, exame internacional que compara o desempenho de jovens de 15 anos em leitura, matemática e ciências.
O último exame, aplicado em 2006, teve como foco principal o aprendizado de ciências. O estudo mais recente selecionou, dessa prova, apenas as questões relacionadas à preservação do ambiente, como consequências do aquecimento global, poluição, fontes de energia alternativas, entre outras.
No Brasil, 37% dos estudantes ficaram abaixo do nível mais baixo de conhecimento sobre essas questões e apenas 5% ficaram na escala máxima. A Finlândia, país com melhor desempenho, teve 6% dos estudantes abaixo do menor nível e 25% no maior.
A média dos países da OCDE (entidade que reúne principalmente as nações desenvolvidas da Europa, América do Norte e Ásia) é de 16% dos estudantes abaixo do menor nível da escala e 19% no topo. O estudo destaca a importância de preparar os jovens em conhecimentos para lidar com os desafios ambientais.
Uma constatação positiva do trabalho é que a maioria dos estudantes em quase todos os países e níveis de renda, inclusive no Brasil, se mostraram preocupados e conscientes de que é preciso agir.
Para 97% dos jovens brasileiros, por exemplo, a poluição do ar é um tema que exige séria preocupação da sociedade. Só 21% deles se mostraram otimistas com relação à possibilidade de melhoria nos próximos 20 anos, caso nada seja feito.
O desafio, diz o relatório, é dar aos alunos conhecimentos e habilidades para entenderem melhor as questões ambientais.
Um exemplo citado pela OCDE é o fato de que mais de 90% dos alunos que fizeram o exame em 2006 disseram estar familiarizados com o tema da poluição do ar. No entanto, numa questão sobre a chuva ácida, quando questionados a citar uma fonte de poluição -como emissões de gases por carros ou fábricas- metade não foi capaz de dar uma resposta correta.
Para Marta Feijó Barroso, professora do Instituto de Física da UFRJ e autora de estudos sobre o ensino de ciências no Brasil, é preciso investir mais na formação de professores, que, disse, é um das principais características dos países bem avaliados, como a Finlândia.
"Os estudantes falam muito sobre ambiente, mas sabem pouco a respeito. Para isso, é fundamental preparar melhor os professores. Malformado e sem segurança para trabalhar questões complexas e que envolvem o conhecimento interdisciplinar, a tendência é esse profissional adotar a lei do menor esforço e priorizar o discurso político, sem se aprofundar no conhecimento", disse.
Para ela, sem isso, de pouco adiantará introduzir questões no currículo ou cobrar dos professores melhores resultados em avaliações externas. Na última versão do exame, de 2006, os estudantes brasileiros ficaram nas últimas colocações nos rankings de ciências, leitura e matemática.
fonte:http://www1.folha.uol.com.br
Clipping Educacional - da Folha de S.Paulo, no Rio
Mais de um terço dos alunos brasileiros têm nível mínimo de conhecimento sobre questões ambientais. Entre 57 nações comparadas, só três (Catar, Quirguistão e Azerbaijão) obtiveram resultados piores.
Essas são as conclusões de um estudo divulgado na última terça-feira (31) pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que, de três em três anos, organiza o Pisa, exame internacional que compara o desempenho de jovens de 15 anos em leitura, matemática e ciências.
O último exame, aplicado em 2006, teve como foco principal o aprendizado de ciências. O estudo mais recente selecionou, dessa prova, apenas as questões relacionadas à preservação do ambiente, como consequências do aquecimento global, poluição, fontes de energia alternativas, entre outras.
No Brasil, 37% dos estudantes ficaram abaixo do nível mais baixo de conhecimento sobre essas questões e apenas 5% ficaram na escala máxima. A Finlândia, país com melhor desempenho, teve 6% dos estudantes abaixo do menor nível e 25% no maior.
A média dos países da OCDE (entidade que reúne principalmente as nações desenvolvidas da Europa, América do Norte e Ásia) é de 16% dos estudantes abaixo do menor nível da escala e 19% no topo. O estudo destaca a importância de preparar os jovens em conhecimentos para lidar com os desafios ambientais.
Uma constatação positiva do trabalho é que a maioria dos estudantes em quase todos os países e níveis de renda, inclusive no Brasil, se mostraram preocupados e conscientes de que é preciso agir.
Para 97% dos jovens brasileiros, por exemplo, a poluição do ar é um tema que exige séria preocupação da sociedade. Só 21% deles se mostraram otimistas com relação à possibilidade de melhoria nos próximos 20 anos, caso nada seja feito.
O desafio, diz o relatório, é dar aos alunos conhecimentos e habilidades para entenderem melhor as questões ambientais.
Um exemplo citado pela OCDE é o fato de que mais de 90% dos alunos que fizeram o exame em 2006 disseram estar familiarizados com o tema da poluição do ar. No entanto, numa questão sobre a chuva ácida, quando questionados a citar uma fonte de poluição -como emissões de gases por carros ou fábricas- metade não foi capaz de dar uma resposta correta.
Para Marta Feijó Barroso, professora do Instituto de Física da UFRJ e autora de estudos sobre o ensino de ciências no Brasil, é preciso investir mais na formação de professores, que, disse, é um das principais características dos países bem avaliados, como a Finlândia.
"Os estudantes falam muito sobre ambiente, mas sabem pouco a respeito. Para isso, é fundamental preparar melhor os professores. Malformado e sem segurança para trabalhar questões complexas e que envolvem o conhecimento interdisciplinar, a tendência é esse profissional adotar a lei do menor esforço e priorizar o discurso político, sem se aprofundar no conhecimento", disse.
Para ela, sem isso, de pouco adiantará introduzir questões no currículo ou cobrar dos professores melhores resultados em avaliações externas. Na última versão do exame, de 2006, os estudantes brasileiros ficaram nas últimas colocações nos rankings de ciências, leitura e matemática.
fonte:http://www1.folha.uol.com.br
sexta-feira, 20 de março de 2009
O QUE SERÁ A CONAE?

Diretora e Funcionários do CEM discutindo A CONAE
A Conferência Nacional de Educação a será realizada de 23 a 27 de abril de 2010, contemplando a Educação Básica, a Profissional e a Superior.
A Conferência Estadual de Educação deverá ocorrer até 30 de novembro de 2009.
As Conferências Municipais de Educação / Intermunicipais / Regional deverão acontecer até 30 de junho de 2009.
Diferenças:
Conferência Municipal: o município realizará a conferência individualmente.
Conferência Intermunicipal: vários municípios se unem e realizam a conferência numa das cidades.
Conferência Regional: há conferência em todos os municípios da região e uma, regional, fazendo a compilação de todas.
SEGMENTOS
Todos os níveis, etapas e modalidades de ensino das
Redes Públicas e Privadas – Municipais, Estaduais e Federal
• Gestores;
• Trabalhadores da Educação;
• Estudantes;
• Pais e Mães/responsáveis de estudantes.
RESPONSÁVEIS PELA ORGANIZAÇÃO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS NAS REGIÕES :
(1) representante do Núcleo Sindical da APP-Sindicato;
(1) representante do NRE;
(1) representante do Poder Público Municipal ou da UNDIME.
(1) representante de entidades que representem os trabalhadores da educação no município;
(1) representantes da rede municipal de educação;
(1) representante dos estudantes;
(1) representante de pais e mães/responsáveis.
TEMA
Construindo o Sistema Nacional Articulado de Educação: O Plano Nacional de Educação, Diretrizes e Estratégias de Ação.
Por que realizar a CONAE?
É o mais importante espaço democrático para a construção da política nacional de educação e de seus marcos regulatórios, na perspectiva da inclusão, igualdade e diversidade.
A CONAE se estruturará em seis eixos temáticos:
I – Papel do Estado na Garantia do Direito à Educação de Qualidade: Organização e Regulação da Educação Nacional;
II – Qualidade da Educação, Gestão Democrática e Avaliação;
III – Democratização do Acesso, Permanência e Sucesso Escolar.
IV – Formação e Valorização dos Trabalhadores em Educação.
V – Financiamento da Educação e Controle Social.
VI – Justiça Social, Educação e Trabalho: Inclusão, Diversidade e Igualdade.
OBJETIVOS
a) construção de um Sistema Nacional de Educação responsável pela institucionalização de orientação política comum e de trabalho permanente do Estado e da sociedade na garantia do direito à educação;
b) mobilização nacional pela qualidade e valorização da Educação Básica e Educação Superior;
c) subsidiar políticas públicas de educação articuladas entre os sistemas;
d) que estas políticas públicas de educação promovam a formação integral com qualidade;
e) universalização e qualidade social da educação básica e superior.
PAPEL DA SOCIEDADE CIVIL
Discutir sobre concepções, limites e potencialidades das políticas para a educação nacional, pois propiciará os marcos para a construção de um novo plano nacional de educação com ampla participação da sociedade civil e política. O processo poderá possibilitar, ainda, a problematização e aprofundamento da discussão sobre a responsabilidade educacional.
Garantir que os acordos e consensos produzidos na CONAE redundem em políticas públicas de educação, que se consolidarão em diretrizes, estratégias, planos, programas, projetos, ações e proposições pedagógicas e políticas, capazes de fazer avançar o panorama educacional, no Brasil. Necessário financiamento!
PROPOSTA DOS PAIS
a) Em relação às ações prioritárias dos gestores públicos nos próximos dez anos para a consolidação da qualidade social da educação.
B) Em relação às ações prioritárias do coletivo de sua escola/colégio nos próximos dez anos para a consolidação da qualidade social da educação.
QUESTIONAMENTOS
- Para você qual é a função da escola na sociedade?
- Ela está sendo de acesso, direito e permanência de todos?
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