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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Semana de Arte Moderna de 1922

3ª A- Matutina
Disciplina: Língua Portuguesa
Profª Marina Niceia Cunha

"Realizada em São Paulo, no Teatro Municipal, de 11 a 18 de fevereiro, teve como principal propósito renovar, transformar o contexto artístico e cultural urbano, tanto na literatura, quanto nas artes plásticas, na arquitetura e na música. Mudar, subverter uma produção artística, criar uma arte essencialmente brasileira, embora em sintonia com as novas tendências europeias, essa era basicamente a intenção dos modernistas".
As exposições ocorreram somente nos dias 13,15 e 17.
No dia 13, Graça Aranha proferiu a conferência "A emoção estética na arte", na qual elogiou os trabalhos expostos, investiu contra o academicismo, criticou a Academia Brasileira de Letras e proclamou os artistas da Semana como personagens atuantes na "libertação da arte".
No dia 15, Oswald de Andrade leu alguns de seus poemas e Mário de Andrade fez uma palestra intitulada "A escrava não é Isaura", onde se referia ao "belo horrível" e evocava a necessidade do abrasileiramento da língua e da volta ao nativismo.
Na noite do dia 17, houve a apresentação de Villa-Lobos. A Semana prestigiou e promoveu o talento do artista, transformando-o, pela boa acolhida do grande público, na figura máxima do período nacionalista do qual se insere a produção musical modernista.
As artes plásticas foram as que tiveram melhor repercussão.
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090709163907AAAIwAq
Este ano completou noventa anos a Semana de Arte Moderna completou 90 anos.









segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Meus docinhos das oitavas




O tema das aulas da 8A e 8B nesta semana será figuras de linguagem.
Discutiremos linguagem denotativa e conotativa.
E eu estou tão apaixonada por vocês que me declaro, afirmando:
Meus alunos são uns docinhos!
Meus alunos,
flores que embelezam o jardim
da minha sala de aula.
Pessoazinhas que moram no meu coração
construam suas vidas na alegria de momentos
eternos
e que esses momentos sejam eternos enquanto durem
mesmo que sejam eternos numa fração de segundo,
mas que essa intensidade petrifique a força que existe em cada um de vocês,
minhas flores que desabrocham para a vida.
Adivinhem!? Fiz uns versos pra vocês.
Mas, não pensem que tudo será tão facilzinho assim, eheheheh
bejussss e xau!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

As oitavas séries navegando na rede















Os alunos das 8as séries-turno: matutino estudaram a letra de música de Gilberto Gil, Pela internet, em Língua Portuguesa.
Em seguida foram aos laboratórios de informática pesquisar os termos de informática que não conheciam.
Visitaram a homepage e o blog da escola e de outras escolas, inclusive, o blog da professora.

Pela Internet
Composição de Gilberto Gil
Ano 1997

Criar meu web site
Fazer minha home-page
Com quantos gigabytes
Se faz uma jangada
Um barco que veleja ...(2x)
Que veleje nesse informar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve um oriki do meu orixá
Ao porto de um disquete de um micro em Taipé
Um barco que veleje nesse infomar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve meu e-mail até Calcutá
Depois de um hot-link
Num site de Helsinque
Para abastecer
Eu quero entrar na rede
Promover um debate
Juntar via Internet
Um grupo de tietes de Connecticut
De Connecticut de acessar
O chefe da Mac Milícia de Milão
Um hacker mafioso acaba de soltar

Um vírus para atacar os programas no Japão
Eu quero entrar na rede para contatar
Os lares do Nepal,os bares do Gabão
Que o chefe da polícia carioca avisa pelo celular
Que lá na praça Onze tem um videopôquer para se jogar...

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Sites sobre fábulas

Endereços para leitura

http://www.contandohistoria.com/fabulas.htm

http://sitededicas.uol.com.br/cfab.htm

http://www.metaforas.com.br/

http://sotaodaines.chrome.pt/sotao/fabulas/fabulas.html

Acessado: 1º/10/10

Fábula do Rei e Suas Quatro Esposas (para alunos das 8as. séries)

Oiiiii, alunos da 8A e 8B - Matutino
Neste mês entre nossas leituras estão as fábulas.
Então vocês devem se deliciar com a leitura de algumas delas.
Depois contar em sala de aula representando-a.
A dramatização pode ser em grupo.


Saiba um pouquinho mais sobre fábulas
"As fábulas parecem ter origem na Índia ou na Pérsia.
E Esopo, um escravo, é o primeiro de uma série de escritores desse gênero literário.
Ele é o autor de uma coleção de fábulas morais que, tiveram uma extensa difusão em toda a Europa. Suas fábulas foram até colocadas em versos por Fedro na língua latina e na língua grega por Babrius.
Conta-se que as fábulas de Fedro foram empregadas por autores mais modernos, como pelo poeta francês Jean de La Fontaine".
http://br.groups.yahoo.com/group/humanismosecularpt/message/2881 - acessado em 1º/10.10

A partir dos seguintes questionamentos, ampliem a pesquisa.
1. As informações acima estão corretas?
2. Quem foi Esopo? Escreva sobre a vida dele e o gênero fábula.
3. Aqui no Brasil, algum escritor se deteve a escrever fábulas?
4. Escolham uma fábula para representar.
LEIAM, PESQUISEM E FAÇAM SUAS CONCLUSÕES PARA DISCUTIRMOS EM SALA DE AULA.

Li a seguinte fábula no site http://www.bilibio.com.br/mensagem e compartilho com vocês.

Era uma vez...
um rei que tinha 4 esposas.
Ele amava a 4ª esposa demais, e vivia dando-lhe lindos presentes, joias e roupas caras. Ele dava-lhe de tudo e sempre do melhor.
Ele também amava muito sua 3ª esposa e gostava de exibi-la aos reinados vizinhos.
Contudo, ele tinha medo que um dia, ela o deixasse por outro rei.
Ele também amava sua 2ª esposa.
Ela era sua confidente e estava sempre pronta para ele, com amabilidade e paciência.
Sempre que o rei tinha que enfrentar um problema, ele confiava nela para atravessar esses tempos de dificuldade.
A 1ª esposa era uma parceira muito leal e fazia tudo que estava ao seu alcance para manter o rei muito rico e poderoso, ele e o reino.
Mas, ele não amava a 1ª esposa, e apesar dela o amar profundamente, ele mal tomava conhecimento dela.
Um dia, o rei caiu doente e percebeu que seu fim estava próximo.
Ele pensou em toda a luxúria da sua vida e ponderou:
- É, agora eu tenho 4 esposas comigo, mas quando eu morrer, com quantas poderei contar?
Então, ele perguntou à 4ª esposa:
- Eu te amei tanto, querida, te cobri das mais finas roupas e joias. Mostrei o quanto eu te amava cuidando bem de você. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?
- De jeito nenhum! respondeu a 4ª esposa, e saiu do quarto sem sequer olhar para trás.
A resposta que ela deu cortou o coração do rei como se fosse uma faca afiada.
Tristemente, o rei então perguntou para a 3ª esposa:
- Eu também te amei tanto a vida inteira. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?
- Não!!!, respondeu a 3ª esposa.
- A vida é boa demais!!! Quando você morrer, eu vou é casar de novo.
O coração do rei sangrou e gelou de tanta dor.
Ele perguntou então à 2ª esposa:
- Eu sempre recorri a você quando precisei de ajuda, e você sempre esteve ao meu lado. Quando eu morrer, você será capaz de morrer comigo, para me fazer companhia?
- Sinto muito, mas desta vez eu não posso fazer o que você me pede! respondeu a 2ª esposa.
- O máximo que eu posso fazer é enterrar você!
Essa resposta veio como um trovão na cabeça do rei, e mais uma vez ele ficou arrasado.
Daí, então, uma voz se fez ouvir:
- Eu partirei com você e o seguirei por onde você for...
O rei levantou os olhos e lá estava a sua 1ª esposa, tão magrinha, tão mal nutrida, tão sofrida...
Com o coração partido, o rei falou:
- Eu deveria ter cuidado muito melhor de você enquanto eu ainda podia...
Na verdade, nós todos temos 4 esposas nas nossas vidas...
Nossa 4ª esposa é o nosso corpo.
Apesar de todos os esforços que fazemos para mantê-lo saudável e bonito, ele nos deixará quando morrermos...
Nossa 3ª esposa são as nossas posses, as nossas propriedades, as nossas riquezas.
Quando morremos, tudo isso vai para os outros.
Nossa 2ª esposa são nossa família e nossos amigos. Apesar de nos amarem muito e estarem sempre nos apoiando, o máximo que eles podem fazer é nos enterrar...
E nossa 1ª esposa é a nossa ALMA, muitas vezes deixada de lado por perseguirmos, durante a vida toda, a Riqueza, o Poder e os Prazeres do nosso Ego...
Então... Cultive... Fortaleça... Bendiga... Enobreça... sua Alma agora!!! É o maior presente que você pode dar ao mundo... e a si mesmo. Deixe-a brilhar!!!

http://www.bilibio.com.br/mensagem/794/Fabula+do+Rei+e+suas+4+Esposas.html – acesso em 1º/10/10


MINHAS SUGESTÕES DE SITES

www.contandohistoria.com/fabulas.htm

http://sitededicas.uol.com.br/cfab.htm

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Rádio na Escola


Programa Estadual Educa
Colégio Estadual de Marmeleiro
Apresentação: Profª Marina
FM Cultura de Marmeleiro
Sábados
8h30
Projeto Rádio na Escola

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Alunos, minha vida

44 anos em sala de aula

02 de agosto de 2010

Crônica

Nasci em 1952. Estou em sala de aula - desde 02 de agosto 1966. Tive desafios infinitos. Inúmeras inexperiências e experiências cercaram-me...
Cantei - Pra Frente Brasil; desfilei altiva marchando nos 7 de setembro, com a Bandeira quando meus colegas de turma achavam rídículo... Aprendi todos os hinos nacionais e a respeitar a Bandeira e o hino do meu País no tempo da ditadura.
Aprendi a amar a poesia e o poeta que diz "que tudo vale a pena se a alma não é pequena". Ninguém me ensinou a gostar de ler - mas aos 14 anos tinha lido a maioria dos clássicos da literatura brasileira e outros. Meu primeiro livro - Romeu e Julieta - Shakespeare; depois, A Dama das Camélias - Dumas; viajei com a Ilíada e a Odisséia de Homero... deparei-me com Perto do Coração Selvagem, de Clarice Lispector...enfim, foram tantos autores, a partir dos livros de bolso que me encantaram, sem contar as revistas Capricho, Ilusão, Jack Douglas; e mais tarde, Bianca, Gisele, a espiã...
Aprendi a ler na Cartilha do Bitu. Ensinei a ler algumas crianças na Cartilha da Abelhinha e - mais tarde - os futuros professores no método Erasmo Pilotto!
Porém, meu gosto literário estava definido, isto é, indefinido, mas pronto pra ensinar. Será!?

Estudei e li e aprendi as teorias pedagógicas dos grandes pensadores e educadores que uma professora deve saber. Fiz todos os cursos possíveis e acumulei o maior número de certificados - até perdi a conta - em nome da atualização. Queria aprender tudo que fosse importante para ensinar meus alunos.
....

E o tempo passou...

Valéria Cristina Zarpellon, 15, estuda na oitava série do Colégio Estadual de Marmeleiro. Perdeu a mãe, Tânia Regina, há um ano. Hoje vive com os avós Valdevina e Heinz Claudius Kock. Pretende terminar o Ensino Médio e, depois, cursar alguma graduação relacionada à Informática.
Valéria está me ensinando a ver uma nova forma de ensinar. Ela tem uma deficiência que comprometeu seus membros. Não consegue escrever. Tem uma professora que a acompanha em sala de aula e registra o que ela aprendeu. Dificuldade na fala.
Está aprendendo a caminhar e já progrediu muito.
Em sala de aula - faço adaptação curricular para ela. Valéria, entretanto, quer participar das aulas como todos os alunos da turma.
Utilizo muito os recursos do computador e da internet para comunicar-me e receber as tarefas de Valéria.
Somos amicíssimas!
E assim, aprendo cada vez mais!
E viva meus 44 anos de Profe!

A Escola Pública frente as Avaliações do MEC

Artigo

Profª Marina

Ao ler as palavras, "Nota mais alta não é educação", no blog Coordenadores Pedagógicos blogados na rede, de Silvana Marmo, entrevista com Diane Ravitch, ex-secretária-adjunta de Educação dos EUA, satisfiz um pouco meu ego, já machucado de tanta preocupação.
Desde que surgiram as avaliações - Prova Brasil, ENEM, etc., como forma de avaliar o que e como ensinamos os alunos do Ensino Fundamental e Médio, a escola, se me permitem dizer, centrou-se em dois itens:
1. Aumentar a média - para mostrar que tal escola é de qualidade, pois obteve a maior média, no Município, Estado e até do Brasil - é prioridade.
Simulados, estudo de questões dos anos anteriores, revisões, adaptação do conteúdo para desenvolver as competências exigidas pelo ENEM(no Paraná, o currículo das escolas estaduais não é por competência), mas nessa hora..., professores lançam mão de todos os subsídios.
Enfim, é o trabalho dele que também está em cheque. Às vezes, até se esquecem que é preciso apenas ensinar e ensinar bem. A pressão é muito grande!
Nos municípios, (após os resultados), então, é anúncio em jornais, entrevistas em rádios, anúncios para cursinhos e respectiva matrícula na escola doirada.
No Sudoeste do Paraná - as maiores médias do ENEM, são de X cursinhos e escolas particulares. Após vem as escolas públicas. Entretanto, algumas notas de certos colégios particulares não têm muita diferença daquelas dos colégios públicos.
Quando lí essas palavras no artigo(reportagem) "Nota mais alta não é educação", vários itens despertaram minha a atenção, mas destaco - "A lição mais importante que podemos tirar do que foi feito nos Estados Unidos é que o foco deve ser sempre em melhorar a educação e não simplesmente aumentar as pontuações nas provas de avaliação".
E ainda:
"Avaliações padronizadas dão uma fotografia instantânea do desempenho. Elas são úteis como informação, mas não devem ser usadas para recompensas e punições, porque, quando as metas são altas, educadores vão encontrar um jeito de aumentar artificialmente as pontuações. Muitos vão passar horas preparando seus alunos para responderem a esses testes, e os alunos não vão aprender os conteúdos exigidos nas disciplinas, eles vão apenas aprender a fazer essas avaliações.
Confronte o que destaquei do artigo/reportagem em negrito com a seguinte afirmação: "Irineu, do Águia, o segundo melhor colégio da região, de Francisco Beltrão, que fez 614,85 espera que a adaptação dos professores e alunos ao estilo da prova renda melhores frutos. "Conhecemos melhor o Enem e esperamos repetir a boa colocação em 2010, melhorando a nossa média", diz".(Entrevista ao Jornal de Beltrão,22.07.10). Em contrapartida,no sudoeste do Paraná "a melhor média de colégios públicos estaduais ficou com o Colégio Estadual Dr. Mário de Freitas, de Barracão, que somou 555,69 que justifica " O colégio se sente satisfeito, pois essa nota é o resultado de um trabalho em conjunto. Quero salientar que o mesmo vem de um objetivo proposto pela direção - Elisângela Fiorenza e Marlise Poletto, juntamente com professores, equipe pedagógica, funcionários e com os próprios alunos", comenta Gislene Lúcia Barzotto, pedagoga do Colégio Estadual Dr. Mário de Freitas. Ela acrescenta que o trabalho sério, focado na educação, consegue dar esse ganho de qualidade para a instituição".(publicado no mesmo jornal e data).

2. Estamos a mercê das avaliações. A escola não pode ser mal avaliada. Uns se preocupam demais com a nota recebida. Afinal como não fazê-lo? Qual escola gosta de receber uma má nota no desempenho de seus alunos? Se eles têm nota baixa, é baixa a avaliação dos professores e da instituição como um todo. Receber "a pior média entre ..." é muito doído e certamente desacredita quem quer que trabalhe na instituição, infelizmente!
Saliento ainda para completar minhas análises, as palavras de Daiane Ravitch, ex-secretária-adjunta de Educação dos EUA:
"As melhores escolas têm alunos que nasceram em famílias que apoiam e estimulam a educação. Isso já ajuda muito a escola e o estudante. Toda escola precisa de um currículo muito sólido, bastante definido, em todas as disciplinas ensinadas, leitura, matemática, ciências, história, artes. Sem essa ênfase em um currículo básico e bem estruturado, todo o resto vai se resumir a desenvolver habilidades para realizar testes. Qualquer ênfase exagerada em processos de responsabilização é danosa para a educação. Isso leva apenas a um esforço grande em ensinar a responder testes, a diminuir as exigências e outras maneiras de melhorar a nota dos estudantes sem, necessariamente, melhorar a educação".
Na escola pública, poucas são as famílias que apoiam e estimulam a educação dos filhos. As diferenças são gritantes. Porém, a escola pública é publica porque acredita que faz a diferença.
Portanto, não queremos apenas treinar os alunos para uma avaliação do MEC. Estamos buscando formas de ensinar e ensinar bem, pois dessa forma acreditamos ser possível atingirmos nossas metas e as médias que provam que somos escolas de qualidade.
Leia:
http://www.jornaldebeltrao.com.br/conteudo/noticia.asp?id=54089

Desempenho de todos os colégios da região Sudoeste

Particulares

Colégio Cidade Nota Obtida
Águia Francisco Beltrão 614,85
Glória Francisco Beltrão 609,66
Real Realeza 606,44
N. Sra das Graças Pato Branco 605,52
Mater Dei Pato Branco 595,08
Águia Pato Branco 570,37
Sesi Pato Branco 581,85
Regina Mundi Dois Vizinhos 588,02
Três Corações Ampere 584,33
Unisep Dois Vizinhos 572,79
Alliança Francisco Beltrão 563,03
Bom Jesus Palmas 556,73

Públicos

UTFPR Pato Branco 667,14
C. E. Mário de Freitas Barracão 555,69
C. E. Hercílio Camargo Palmas 551,49
C. E. Irmão Cirilo Capanema 549,02
C. E. Mario de Andrade Francisco Beltrão 547,84
C. E. Henrique Vicenzi Vitorino 542,04
C. E. Dois Vizinhos Dois Vizinhos 540,47
C. E. Flor da Serra Realeza 533,91
C. E. Padre Réus Pérola D'Oeste 533,86
C. E. Maria Margarida Salto do Lontra 533,61
C. E. Boa Esperança Boa Esperança do Iguaçu 533,56
C. E. João XXIII Clevelândia 531,82
C. E. La Salle Pato Branco 531,01
C. E. Suplicy Francisco Beltrão 530,26
C. E. Tancredo Neves São João 530,03
C. E. Leonardo da Vinci Dois Vizinhos 529,97
C. E. Rocha Pombo Capanema 529,96
C. E. Industrial Francisco Beltrão 529,64
Colégio Agrícola Francisco Beltrão 528,80
C. E. Guilherme de Almeida Santa Izabel 526,88
C. E. Castelo Branco Bom Sucesso do Sul 522,60
C. E. João Zacco Planalto 521,70
C. E. Dr Paranhos São Jorge D'Oeste 521,10
C. E. Nestor de Castro Sulina 520,87
C. E. Doze de Novembro Realeza 519,69
C. E. P. Arthur Costa e Silva Mariópolis 519,52
C. E. Reinaldo Sass Francisco Beltrão 519,40
C. E. José de Anchieta São Jorge D'Oeste 518,94
C. E. Agostinho Pereira Pato Branco 516,48
C. E. Nova Esperança Nova Esperança do Sudoeste 516,09
C. E. Projeto Rondon Honório Serpa 515,15
C. E. Castro Alves Pato Branco 514,93
C. E. Santa Inês Chopinzinho 514,25
C. E. José de Alencar Nova Prata 514,09
C. E. Marmeleiro Marmeleiro 512,49
C. E. José de Anchieta Dois Vizinhos 511,80
C. E. José de Anchieta Planalto 511,20
C. E. São Luis São João 511,16
C. E. Tancredo Neves Francisco Beltrão 510,01
C. E. São Cristóvão Manfrinópolis 509,95
C. E. Castelo Branco Itapejara D'Oeste 509,70
C. E. Barão do Rio Branco Flor da Serra 509,40
C. E. Dom Carlos Palmas 508,22
C. E. Arnaldo Busato Cruzeiro do Iguaçu 508,20
C. E. Pato Branco Pato Branco 507,11
C. E. Cecília Meireles Ampere 505,56
C. E. Humberto de Campos Santo Antônio 504,84
C. E. Ponciano Araújo Palmas 503,40
C. E. José Armin Matte Chopinzinho 501,94
C. E. Monteiro Lobato Dois Vizinhos 500,29
C. E. Bom Jesus Bom Jesus do Sul 500,04
C. E. Castro Alves Eneas Marques 498,55
C. E. Paulo Freire Francisco Beltrão 498,04
C. E. Analdo Busato Verê 497,96
C. E. Julio Giongo Pranchita 497,64
C. E. Leo Flach Francisco Beltrão 497,31
C. E. Hercilia F. Nascimento Mangueirinha 496,38
C. E. Padre Anchieta Salgado Filho 495,28
C. E. Arnaldo Busato Coronel Vivida 494,96
C. E. Sebastião Paraná Palmas 493,90
C. E. Santo Antão Bela Vista da Caroba 492,98
C. E. Renascença Renascença 492,51
C. E. Duque de Caxias Saudade do Iguaçu 491,10
C. E. São Miguel Francisco Beltrão 490,22
C. E. São Roque Pato Branco 488,55
C. E. São Francisco Dois Vizinhos 484,62
C. E. Tancredo Neves Coronel Vivida 479,33
C. E. Prof. Assis Brasil Clevelândia 476,65
C. E. Arnaldo Busato Francisco Beltrão 471,30
C. E. Castelo Branco Clevelândia 470,93
C. E. Cely T. Grezzana Chopinzinho 469,08
C. E. Bom Jesus Marmeleiro 468,01
C. E. São João Bosco Pato Branco 463,31
C. E. Carlos Gomes Pato Branco 461,98
C. E. Nova Visão Chopinzinho 461,46
C. E. Santa Catarina Coronel Domingos Soares 454,69
C. E. Castelo Branco Coronel Vivida 436,10
C. E. Presidente Vargas Pinhal de São Bento 426,74

Particular x pública

Com exceção da UTFPR, a disparidade entre o ensino público e particular é muito grande. A pior média entre as instituições particulares foi do Colégio Bom Jesus, de Palmas, que alcançou a nota 556,73 enquanto a melhor média de colégios públicos estaduais ficou com o Colégio Estadual Dr. Mário de Freitas, de Barracão, que somou 555,69.
"O colégio se sente satisfeito, pois essa nota é o resultado de um trabalho em conjunto. Quero salientar que o mesmo vem de um objetivo proposto pela direção - Elisângela Fiorenza e Marlise Poletto, juntamente com professores, equipe pedagógica, funcionários e com os próprios alunos", comenta Gislene Lúcia Barzotto, pedagoga do Colégio Estadual Dr. Mário de Freitas. Ela acrescenta que o trabalho sério, focado na educação, consegue dar esse ganho de qualidade para a instituição.
O segundo melhor colégio da região foi o Águia, de Francisco Beltrão, que fez 614,85 pontos. "O resultado mostra que o investimento que estamos fazendo em Francisco Beltrão está dando resultados. Estamos buscando preparar nossos alunos cada vez melhor e vemos que estamos no caminho certo", diz o diretor da instituição Irineu Ferraz.
O Colégio Nossa Senhora da Glória, também de Beltrão, ficou com a terceira colocação no Sudoeste - com 609,66 pontos. Mesmo assim, o coordenador esperava um desempenho um pouco melhor. "Esperávamos mais pelo trabalho que vem sendo feito. Estamos tentando fazer os alunos se adequarem ao Enem, que exige mais raciocínio e menos 'decoreba'", relata o coordenador do ensino médio Leri Ivar Danschi Júnior.
Na terceira colocação entre os colégios particulares - quarto melhor desempenho regional - aparece o Colégio Real, de Realeza. "No ano passado, fomos os primeiros e conseguir mais uma vez uma boa colocação é sempre motivo para comemorar", conta a diretora Eva da Silva Chicanowski.
Segundo ela, os alunos são preparados para estar sempre em primeiro lugar. "Nossa escola tem bastantes dificuldades por estar numa cidade menor, mas temos profissionais muito bons e sempre buscamos trabalhar com carinho e amor, trazendo muitas novidades e informações para nossos alunos o que gera esse bom resultado."


Fonte: Jornal de Beltrão, 22 de julho de 2010.
Acessado: 02.08.10

"Nota mais alta não é educação melhor"

Clipping Educacional - O Estado de S.Paulo
Simone Iwasso

Diane Ravitch, ex-secretária-adjunta de Educação dos EUA
Uma das principais defensoras da reforma educacional americana ? baseada em metas, testes padronizados, responsabilização do professor pelo desempenho do aluno e fechamento de escolas mal avaliadas ? mudou de ideia. Após 20 anos defendendo um modelo que serviu de inspiração para outros países, entre eles o Brasil, Diane Ravitch diz que, em vez de melhorar a educação, o sistema em vigor nos Estados Unidos está formando apenas alunos treinados para fazer uma avaliação.
Secretária-adjunta de Educação e conselheira do secretário de Educação na administração de George Bush, Diane foi indicada pelo ex-presidente Bill Clinton para assumir o National Assessment Governing Board, instituto responsável pelos testes federais. Ajudou a implementar os programas No Child Left Behind e Accountability, que tinham como proposta usar práticas corporativas, baseadas em medição e mérito, para melhorar a educação.
Suas revisão de conceitos foi apresentada no livro The Death and Life of the Great American School System (a morte e a vida do grande sistema escolar americano), lançado no mês passado nos EUA. O livro, sem previsão de edição no Brasil, tem provocado intensos debates entre especialistas e gestores americanos. Leia entrevista concedida por Diane ao Estado.

Por que a senhora mudou de ideia sobre a reforma educacional americana?
Eu apoiei as avaliações, o sistema de accountability (responsabilização de professores e gestores pelo desempenho dos estudantes) e o programa de escolha por muitos anos, mas as evidências acumuladas nesse período sobre os efeitos de todas essas políticas me fizeram repensar. Não podia mais continuar apoiando essas abordagens. O ensino não melhorou e identificamos apenas muitas fraudes no processo.

Em sua opinião, o que deu errado com os programas No Child Left Behind e Accountability?
O No Child Left Behind não funcionou por muitos motivos. Primeiro, porque ele estabeleceu um objetivo utópico de ter 100% dos estudantes com proficiência até 2014. Qualquer professor poderia dizer que isso não aconteceria ? e não aconteceu. Segundo, os Estados acabaram diminuindo suas exigências e rebaixando seus padrões para tentar atingir esse objetivo utópico. O terceiro ponto é que escolas estão sendo fechadas porque não atingiram a meta. Então, a legislação estava errada, porque apostou numa estratégia de avaliações e responsabilização, que levou a alguns tipos de trapaças, manobras para driblar o sistema e outros tipos de esforços duvidosos para alcançar um objetivo que jamais seria atingido. Isso também levou a uma redução do currículo, associado a recompensas e punições em avaliações de habilidades básicas em leitura e matemática. No fim, essa mistura resultou numa lei ruim, porque pune escolas, diretores e professores que não atingem as pontuações mínimas.

Qual é o papel das avaliações na educação? Em que elas contribuem? Quais são as limitações?
Avaliações padronizadas dão uma fotografia instantânea do desempenho. Elas são úteis como informação, mas não devem ser usadas para recompensas e punições, porque, quando as metas são altas, educadores vão encontrar um jeito de aumentar artificialmente as pontuações. Muitos vão passar horas preparando seus alunos para responderem a esses testes, e os alunos não vão aprender os conteúdos exigidos nas disciplinas, eles vão apenas aprender a fazer essas avaliações. Testes devem ser usados com sabedoria, apenas para dar um retrato da educação, para dar uma informação. Qualquer medição fica corrompida quando se envolve outras coisas num teste.

Na sua avaliação, professores também devem ser avaliados?
Professores devem ser testados quando ingressam na carreira, para o gestor saber se ele tem as habilidades e os conhecimentos necessários para ensinar o que deverá ensinar. Eles também devem ser periodicamente avaliados por seus supervisores para garantir que estão fazendo seu trabalho.

E o que ajudaria a melhorar a qualidade dos professores?
Isso depende do tipo de professor. Escolas precisam de administradores experientes, que sejam professores também, mais qualificados. Esses profissionais devem ajudar professores com mais dificuldades.

Com base nos resultados da política educacional americana, o que realmente ajuda a melhorar a educação?
As melhores escolas têm alunos que nasceram em famílias que apoiam e estimulam a educação. Isso já ajuda muito a escola e o estudante. Toda escola precisa de um currículo muito sólido, bastante definido, em todas as disciplinas ensinadas, leitura, matemática, ciências, história, artes. Sem essa ênfase em um currículo básico e bem estruturado, todo o resto vai se resumir a desenvolver habilidades para realizar testes. Qualquer ênfase exagerada em processos de responsabilização é danosa para a educação. Isso leva apenas a um esforço grande em ensinar a responder testes, a diminuir as exigências e outras maneiras de melhorar a nota dos estudantes sem, necessariamente, melhorar a educação.

O que se pode aprender da reforma educacional americana?
A reforma americana continua na direção errada. A administração do presidente Obama continua aceitando a abordagem punitiva que começamos no governo Bush. Privatizações de escolas afetam negativamente o sistema público de ensino, com poucos avanços de maneira geral. E a responsabilização dos professores está sendo usada de maneira a destruí-los.

Quais são os conceitos que devem ser mantidos e quais devem ser revistos?
A lição mais importante que podemos tirar do que foi feito nos Estados Unidos é que o foco deve ser sempre em melhorar a educação e não simplesmente aumentar as pontuações nas provas de avaliação. Ficou claro para nós que elas não são necessariamente a mesma coisa. Precisamos de jovens que estudaram história, ciência, geografia, matemática, leitura, mas o que estamos formando é uma geração que aprendeu a responder testes de múltipla escolha.
Para ter uma boa educação, precisamos saber o que é uma boa educação. E é muito mais que saber fazer uma prova. Precisamos nos preocupar com as necessidades dos estudantes, para que eles aproveitem a educação.
fonte: http://www.estadao.com.br
blog: Coordenadores pedagógicos blogados na rede - Silvana Marmo-acessado 02.08.10

quarta-feira, 14 de julho de 2010

As pedras grandes e os vasos



Um professor de Ciências de um colégio queria demonstrar um conceito aos seus alunos. Ele pegou um vaso d boca larga e colocou pedras grandes dentro.
Indagou à classe:
- Está cheio?
Unanimente responderam:
- Sim.
O professor pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as rochas grandes. Novamente perguntou aos alunos: - E agora, está cheio?
Dessa vez alguns ficaram hesitantes, mas a maioria respondeu - Sim.
O professor levantou uma lata de areia e começou a derramar areia dentro do vaso. A areia preencheu os espaços entre os pedregulhos. Pela terceira vez o professor perguntou: - Então, pessoal, está cheio?
Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam: - Sim.
A seguir, o professor mandou buscar um jarro de água e jogou-a dentro do vaso. A água saturou a areia. Nesse ponto, o professor perguntou à classe:
- Qual o objetivo desta demonstração?
Um jovem e estudioso aluno respondeu-lhe:
- Não importa quanto a "agenda" da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguirá "espremer dentro mais coisas".
O ponto é o seguinte, a menos que você, em primeiro lugar, coloque as pedras grandes dentro do vaso, nunca mais conseguirá colocá-las dentro. Experimente, disse o professor.
O aluno começou a experiência colocando água, depois areia, pedregulho e, por último tentou as pedras grandes. Surpreso verificou que elas não couberam no vaso.
O vaso estava repleto com as coisas menores. O professor explicou ao aluno:
- As pedras grandes são as coisas realmente importantes de nossa vida: - nosso crescimento pessoal e espiritual. Quando damos prioridades a isso, nos mantemos abertos para o novo e as demais coisas se ajustarão por si só - relacionmentos, família, amigos, orofissão, bens espirituais e materiais e demais coisas menores que completam a vida. Mas, se preenchermos nossa vida somente com coisas pequenas, consequentemnte as que são realmente importantes nunca te´~ao espaço em nossa vida.
Recomeçar é sempre maravilhoso.
Sempre é tempo de esvaziar nossos vasos - mental e emocional - e começar a preenchê-los com pedras grandes.
" Ainda há tempo e ainda é tempo".
"Nenhum caminho é longo demais quando um amigo nos acompanha".

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Ciclo de Palestras

Estão sendo realizadas palestras nos turnos matutino, vespertino e noturno pela UNIPAR(Universidade Paranaense), de Francisco Beltrão.
O objetivo é a parceria entre Universidade e Ensino Fundamental e Médio.
São palestras realizadas por professores dos diversos cursos: Biomedicina, Ciências Contábeis, Estética e Cosmética, Direito, Enfermagem, Fármácia, Hístória, Nutrição, Sistema de Informação e Administração.
Temas: sexualidade, alimentação saudável, nutrição e prevenção do câncer, doação de sangue e medula óssea; cuidados gerais para os diferentes tipos de pele, primeiros socorros, métodos anticoncepcionais; cidadania fiscal: direitos e deveres das pessoas, organização política, o nascimento e a expansão do Islamismo, o nascimento da sociedade, mercado de trabalho no mundo tecnológico, psicologia aplicada à administração e a biotecnologia no cotidiano.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Como devo me preparar para o ENEM?

OPINIÃO

Profª Marina

Lendo, estudando, lendo!!!

O estudante mais preparado será certamente aquele que busca o conhecimento na leitura.
Em primeiro lugar, não será possível redigir um bom texto que exige argumentação para defender um ponto de vista, sem leitura, inclusive, as demais questões. Sem essa compreensão faltará o entendimento também nas outras disciplinas avaliadas no ENEM.
Estudar os gêneros textuais é o primeiro passo para compreendê-los melhor. “Jornais, revistas, a Internet, os livros e observar o mundo são os maiores aliados nessa jornada”. - Mas, não se contente apenas com o conteúdo que aprendeu na sala de aula -, vá além.
A leitura de jornais e revistas são tarefas diárias. Como tarefa diária será escrever suas impressões sobre os assuntos lidos, trocar ideias com colegas, pais e amigos. Ouvir e escrever. Usar a Internet para aprofundar os conhecimentos. Discutir nos chats as aprendizagens é deveras dar a sua capacidade de aprendizagem novas possibilidades. É necessário colocar em prática sua discursividade tanto na oralidade quanto na escrita. E por que não trocar idéias com seu professor, sua professora através de blogs, MSN, e-mails, etc.
Muitos alunos teimam em acreditar que ocorrerá um “milagre” na 3ª série do Ensino Médio. Tudo o que deixaram de estudar e de ler durante as séries anteriores, serão compensadas no “terceirão”. Lá pelo segundo semestre, quando não antes, adentram os cursinhos em busca do milagre da “multiplicação dos pães”, isto é, o milagre do conhecimento, da aprendizagem para compensar o que deixaram de aprender.
Consta-se, então, desespero por parte dos pais, pois nem todos têm condições financeiras para manter os filhos em cursinhos. Por outro lado, os filhos creem que só aprenderão para ser aprovados se frequentarem cursinhos X.
Estabelece-se o embate. Há ganhos e perdas.
E nas atuais discussões, nem cursinhos pré-vestibulares e Pré-ENEM darão conta da aprendizagem, se o aluno não estiver disposto a “meter” a cara nos livros. E nós, professores, é claro, estarmos ao lado deles cumprindo nosso papel – que é ensinar e ensinar bem os conhecimentos científicos.

Livros Didáticos

Os professores do Colégio Estadual de Marmeleiro se reúnem às 19h30 para a escolha dos livros didáticos - PNLD 2011.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Olimpíada de Matemática

As seguintes turmas participaram da 6a.Olímpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas - 1a. fase:

6a.A - Matutina
Profa. Rejane Andreoli

8a.A - Matutina
Profa. Angela Maria Lourensi

2a.A e 2a.B - Matutina
2a.A e 2a.B - Vespertina
Maria de Lorena

1a.B - Vespertina
3a.A - Matutina
3a.A - Vespertina
Prof. Elton Ghelen

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Olimpíada de Língua Portuguesa

Meus alunos do Ensino Médio - 2ªA e B e 3ªA - Turno Matutino, participam da Olimpíada de Língua Portuguesa - Escrevendo o Futuro.
Nas salas de aula, a discussão gira em torno de como escrever um bom texto, principalmente artigo de opinião. Leituras e debates em grupo servem para que os alunos discutam vários aspectos da proposta sanando as dúvidas.
E nas discussões vão surgindo as questões polêmicas. Na 2A, a proibição do uso das "pulserinhas do sexo" nas escolas; na 2B - o "bullying" nas escolas.
A leitura e a análise dos textos do material da Olimpíada tem auxiliado os alunos a entenderem a proposta para escreverem o texto final - O lugar onde vivo.
A 3A ainda não definiu a questão polêmica para as primeiras discussões. Está se subsidiando através da análise de textos argumentativos de jornais, revistas e da própria Olimpíada.
Profª Marina

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Rádio na Escola

Nossa escola está no rádio aos sábados das 8h30 äs 09h00.
Apresenta-se na rádio comunitária - FM Cultura de Marmeleiro.
O programa divulga atividades desenvolvidas na escola pelos professores
e gestao escolar. E ainda, informa a comunidade sobre diversos assuntos.

O programa que teve início no ambiente escolar com a participacao dos alunos, durante o recreio, foi reconhecido pedagogicamente, e gravado pela TV Paulo Freire, do Governo do Paraná.
Atualmente devido a problemas técnicos e falta de equipamentos na escola,o programa é apresentado na FM da cidade.
Apresentacao: Professora Marina
Coordenadora do Projeto

sábado, 17 de abril de 2010

Convocação geral

Ação: reunião com pais, mães, avós e responsáveis;
Data: 12 a 16 de abril;
Local: Colégio Estadual de Marmeleiro;
Rua Laurindo Crestani, 300;
Séries: 5A e B, 6A e 6B, 7B e 8B;
Ensino Fundamental
Turnos: matutino e vespertino
Responsáveis: Direção, Pedagogas e Professores;
Pontos Positivos:(parte deles),defendem suas ideias, são ativos, atenciosos, trazem o material em dia, alguns fazem as tarefas;
O que precisam melhorar: (parte deles),apresentam desinteresse pela aprendizagem, faltas, poucos fazem tarefas, desrespeito(colegas e professores); alguns se negam fazer as atividades propostas pelos professores em sala de aula;
Foco: discussão da aprendizagem dos alunos e resolução dos problemas
Resumo:
Salientou-se na reuniao a importância dos pais, mães, avós e responsáveis estarem atentos aos estudos das crianças e adolescentes, pois, a família deve cumprir seus deveres em relação ao acompanhamento da aprendizagem.
Ensinar é dever da escola, mas é necessário que - a família ou responsáveis - estejam presentes para contribuir com a mesma.
Conversar sobre a aprendizagem no dia-a-dia, acompanhar as tarefas, questionar o que o filho, a filha, o neto ou neta aprenderam, explicar-lhes que, também tiveram(em algum momento), dificuldade na escola, mas procuraram vencê-las, é muito nobre por parte dos pais, mães, avós ou responsáveis.
Os professores colocaram aos presentes a metodologia e recursos que utilizam em suas aulas.
Proposta da escola: buscar metodologias diferenciadas, acompanhar a aprendizagem individual dos alunos, realizar adaptação curricular; incentiar a leitura e a escrita e utilizar os recursos de multimídia.
É importante o compromisso que a família e a escola devem firmar durante o ano letivo. Cada um cumprindo seu papel.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Pulserinhas do sexo

Em nossa sociedade é comum adolescentes serem bombardeados com "novidades", cuja única intençao é o lucro desenfreado às custas de pessoas ainda em formação.
- "É a moda, precisamos viver o momento, o depois, não interessa", citam, alguns, que passam a aderir o que a sociedade consumista e, podre, sem valor moral e ético, propaga aos desinformados de valores.
E quando isso acontece, a escola torna-se para tal sociedade, o recurso para resolver o problema. E de repente, a escola é acusada de não ter "infelizmente" na matriz curricular "aulas de educação sexual". Como se tais aulas fossem por si só resolver a séria questão que envolve a sexualidade dos jovens. (Aliás, a primeira orientação não seria dos pais?).
Tudo recai na escola para possíveis soluções: uso de drogas,jovens infratores, crianças e adolescentes sem apoio familiar, gravidez na adolescência, bullying, alunos que agridem verbalmente e moralmente professores, etc. Até parece que a escola é a redentora da Pátria.
Entretanto, se a ela atribuem tais quisitos, por que está ainda relegada a segundo plano, vista com olhos piedosos, não merecedora de sua essência maior que é o conhecimento em sua plenitude?
A escola encontra-se na busca da resolução da equação da diversidade de um mundo submetido a violência, a corrupção de todos os valores, a descrença, a incompetência, a desvalorização, a desmotivação... emaranhada procura desatar os nós. E, ainda tem de ser uma escola de qualidade, que ofereça um ensino de qualidade, e saiba resolver estas e outras questões.
Aceitamos tais desafios, mesmo porque, às vezes, em determinadas situações, não podemos dizer NÃO.
Sem demagogia advinda das políticas educacionais, ou, da sociedade que constrói sua teia e depois espera que nos livremos e livremos outros de serem devorados pela inocente "aranha", qual é realmente o papel que se atribui à escola no mundo de hoje? Será que de fato é apenas ensinar o conhecimento científico?
Dia a dia a escola me prova o contrário. O conhecimento científico está em confronto com outras necessidades dos alunos - carência afetiva, abandono familiar, miséria,imposições, violência sexual, drogas, gravidez, ódio, revolta, exploração da sexualidade, cadeia...Então, como ensinar o conhecimento científico? Estamos buscando soluções.
Atualmente, na escola, não são apenas responsáveis pela "educação sexual" uma matriz curricular, nem as disciplinas de Ciências e Biologia. Todas as disciplinas dão sua contribuição. Entretanto,constata-se que a família na maioria das vezes se exclui de tais conversas com os filhos. E a escola se vê sozinha, impotente frente ao grande número de jovens que levam a prática do sexo como uma brincadeira inconsequente. Acrescente-se os demais problemas aqui citados.
Portanto, nada mais nos dias de hoje é "bonito e inocente". Os badulaques para enfeite do corpo, adolescente ou não, marcam conceitos, bons ou ruins. Basta ver o excesso de tatuagens, os "piercings", etc., e as tais "pulserinhas do sexo" que desencadearam nas escolas brasileiras discussão entre educadores, psicólogos e demais autoridades. Nas escolas, buscam-se soluções viáveis em benefício dos estudantes para que não sofram abusos em consequência do uso de tais pulseiras, cuja mensagem em cada uma delas, não é nada inocente, pois envolve desde estupro até pedofilia em alguns estados e municípios.

domingo, 4 de abril de 2010

Encontro Pedagógico

Consta em nosso calendário escolar - quatro encontros Pedagógicos.
Na semana que se passou, nosso primeiro encontro,dia 29 de marco, discutimos o Plano de Trabalho Docente referente ao primeiro trimestre, realimentando-o para o segundo, incluindo, as adaptacoes curriculares.
Para nos orientar sobre quais alunos necessitam de adaptacao curricular, pois estao na Sala de Recursos, e como realizá-la, a Profa. Gleice,Prof. Cesar e Profa.Sony.
Os professores explicaram quais alunos sao da Sala de Recursos e da Sala de Apoio na escola.
Discutiu-se também reunioes por turmas com pais e o pré conselho.

sexta-feira, 19 de março de 2010

PROFESSORES REGENTES 2010

MATUTINO

5ª SÉRIE A CLAUDIA /JANETE
5ª SERIE B PAULO
6ª SERIE A MARIVONE
7ª SERIE A ADERSON
7ª SERIE B LUCIA PADILHA
8ª SERIE A DARCI
8ª SERIE B CLECI/ CELSO
1ª SERIE A ROSANGELA/ AMÉLIA
1ª SERIE B JANICE/ VALDIRENE
1ª SERIE C ESTELA/ ROSELI
2ª SERIE A MARCIA
2ª SERIE B NIVALDO
3ª SERIE A MARINA
3ª SERIE B ELTON

VESPERTINO

5ª SÉRIE A ARLETE/ LUCIA PASQUALI
5ª SERIE B MARIA HELENA
6ª SERIE A LURDINHA
6ª SERIE B NEUSA/ DANIELE
7ª SERIE A CLACI
7ª SERIE B TERESA
8ª SERIE A REJANE
8ª SERIE B JAQUELINE
1ª SERIE A ADRIANA
1ª SERIE B CLEVI/ GABRIELA
2ª SERIE A BERENICE
2ª SERIE B ALBINO
3ª SERIE A MARIA DE LORENA

NOTURNO

1ª SERIE A VALDICLÉIA/ MARLENE
2ª SERIE A JOBER/ ÉDINA
3ª SERIE A ANGELA/ RENE
3ª SERIE B ELTON/ SIRLENE

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA

ENS. MÉDIO SALA 1: CHAIANA/ PAULA
ENS. MÉDIO SALA 2: ELIANE
ENS. FUNDAMENTAL: VANDERLEI

ESPANHOL: CLEUDEMARA
SALA DE RECURSOS: GLEICE
E-TEC BRASIL:ELTON
VIVA ESCOLA/ ARTES VISUAIS: MAIARA
VIVA ESCOLA/ INVEST. CIENTIFICA: BERENICE
VIVA ESCOLA/ ESPORTES:MARIA HELENA