Resultado final
ATLETISMO
Salto em distância - Fem. A
2º lugar: Taize Luana Felippi
Salto em distância - masc. A
1º lugar - Marcos A. Chagas
75 metros - masc. B
2º lugar - Leandro Antunes
800 metros - fem. A
1º lugar: Anelly Rossetto
3º Lugar: Franciele A. da Silva
100 metros - fem A
2º lugar: Sandieli Lupatini
100 metros - masc. A
3º lugar: Marcos Chagas
100 metros - masc. B
1º lugar - Guilherme Nicolau
3º lugar - Luan Pedro Ghizzi
250 metros - masc. B
1º lugar - Leandro Antunes
2º lugar - Guilherme Nicolau
1.000 metros - fem. B
1º Daiane Fabiane
2º lugar - Janice Santos da Silveira
3.000 metros - fem. A
1º lugar - Sthefen Rosseto
3.000 metros - masc. A
3º lugar - Edson Sutil de Oliveira
COLETIVAS
1º lugar - Voleibol - fem. B
1º lugar - Voleibol - fem. A
1º lugar - futsal - masc. A
1º lugar - futsal - fem. A
2º lugar - futsal - masc. B
PARABÉNS, ALUNOS!
"Precisamos contribuir para criar a escola que é aventura, que marcha, que não tem medo do risco, por isso recusa o imobilismo. A escola em que se pensa, em que se cria, em que se fala, em que se adivinha, a escola que apaixonadamente diz sim à vida. É fundamental a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal maneira que num dado momento a tua fala seja a tua prática". Paulo Freire
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terça-feira, 17 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Líderes de turma


As pedagogas do Colégio Estadual de Marmeleiro realizaram reunião com os líderes de turma para orientações e discussão sobre o que lhes compete desempenhr em sala de aula juntamente com o professor regente.
Os alunos receberam um caderno para as devidas anotações com instruções sobre suas atribuições e o regulamento interno.
Mensagem da capa do caderno
JESUS
•Nada impõe.
•A ninguém constrange.
•Não condiciona ninguém.
•Não julga e não condena.
•Não se deixa seduzir pela fama.
•Não alardeia poderes.
•Não dá “shows”.
•Não fala indevidamente.
•Não faz autodefesa.
•Não permite discussões sem sentido.
•Não nega o próprio sacrifício.
Colégio Estadual de Marmeleiro-Ensino Fundamental e Médio
ANO/SÉRIE:
TURNO:
PROFESSOR(A)REGENTE:
TRABALHO EM EQUIPE
A LIÇÃO DOS GANSOS
Quando você vê gansos voando em formação “V”, pode ficar curioso quanto às razões pelas quais eles escolhem voar dessa forma.
A seguir algumas descobertas feitas por cientistas.
1 – FATO – À medida que cada ave bate suas asas, ela cria uma sustentação para a ave seguinte. Voando em formação “V”, o grupo inteiro consegue voar pelo menos 71% a mais do que se cada ave voasse isoladamente.
VERDADE – Pessoas que compartilham uma direção comum e um senso de equipe chegam ao seu destino mais depressa e facilmente porque elas se apóiam na confiança uma das outras.
2 – FATO – Sempre que um ganso sai fora da formação, ele repentinamente sente a resistência e o arrasto de tentar voar só e, de imediato, retorna a formação para tirar vantagem do poder de sustentação da ave à sua frente.
VERDADE – Existe força, poder e segurança em um grupo quando se viaja na mesma direção com pessoas que compartilham um objetivo comum.
3 – FATO – Quando o ganso líder se cansa, ele reveza, indo para a traseira do “V”, enquanto um outro assume a ponta.
VERDADE – É vantajoso o revezamento quando se necessita fazer um trabalho árduo.
4 – FATO – Os gansos de trás grasnam para encorajar os da frente e manterem o ritmo e a velocidade.
VERDADE – Todos necessitam ser reforçados com apoio ativo e encorajamento dos companheiros.
5 – FATO – Quando um ganso adoece ou se fere e deixa o grupo, pois outros gansos saem da formação e o seguem para ajudá-lo e protegê-lo. Eles o acompanham até a solução do problema e, então reiniciam a jornada os três ou juntam-se a outra formação, até encontrar o grupo original.
VERDADE – A solidariedade nas dificuldades é imprescindível em qualquer situação.
ATRIBUIÇÕES DO LÍDER DE TURMA
A turma espera que você desenvolva um trabalho em equipe, sendo uma pessoa de responsabilidade que saiba dividir as tarefas e solicite ajuda aos demais colegas.
Portanto:
•Desenvolva um trabalho voltado para a união da turma, seja amigo e companheiro de todos.
•Seja justo na sala de aula. Que prevaleça sempre a verdade.
•Respeite a todos para ser respeitado, pois a turma confia e acredita em você, então desempenhe bem seu papel.
•Saber ouvir e se fazer ouvir, respeitar opiniões diferentes são qualidades importantes para você que é líder de turma.
•Comunique à coordenação se o professor, após o sinal, passados 5 minutos, não chegou até a sala de aula.
•Aniversários: Juntamente com o Professor Regente parabenizem os aniversariantes da semana ou do mês.
Ao Professor Regente organize uma mensagem assinada por todos os alunos.
•Motive a turma para o sucesso da mesma nas campanhas realizadas na escola e atividades extraclasse.
•Avise aos professores quando o colega faltou por problemas de saúde e ônibus.
•Auxilie o professor na falta de alguns materiais na sala de aula: pincel, apagador, mapas e outros.
•Transmita à turma os avisos divulgados pela direção, equipe pedagógica e professor. Anexe ao mural quando for o caso.
•Anexe ao mural da sala de aula avisos sobre datas de provas, entrega de trabalhos.
•Verifique se os ventiladores são desligados ao final das aulas.
•Lembre juntamente com a Profª de Português a data da devolução dos livros de leitura emprestados na Biblioteca.
•Contribua com sugestões que podem melhorar a turma como um todo.
INCENTIVE AS SEGUINTES PRÁTICAS
•Ordem e limpeza na sala de aula e espaços ao redor da escola.
•Pontualidade.
•Não ficar na porta e corredor durante a troca de professor.
•Fazer um trabalho de equipe com os professores para que as saídas e entradas nas aulas de Educação Física, Informática e Biblioteca não sejam tumultuadas e respeitem o direito dos colegas que estão nas salas.
QUALIDADES DE UM LÍDER DEMOCRÁTICO
•Sabe o que fazer, sem perder a tranquilidade. Todos podem confiar nele em qualquer emergência.
•Ninguém se sente marginalizado ou rejeitado por ele. Ao contrário, sabe agir de tal forma que cada um sente-se importante no grupo.
•Interessa-se pelo bem do grupo. Não usa o grupo para interesses pessoais.
•Está sempre pronto para ajudar.
•Mantém-se calmo em qualquer situação.
•Facilita a interação do grupo contribuindo para a harmonia, sem dominação.
•Dá oportunidade para que pessoas do grupo se promovam e se realizem.
•É agradável. Cuida da aparência pessoal. Sabe conversar com todos.
•Age com maturidade. Suas ações correspondem com suas palavras.
•Mantém o grupo informado de tudo que se relaciona aos interesses do grupo.
•Não foge das responsabilidades e não repassa aos outros o que lhe compete.
DEZ QUALIDADES DE UM LÍDER
Um líder deve:
1 – saber lidar com críticas.
2 – suportar adversidades.
3 - saber delegar autoridade.
4 – capaz de tomar decisões.
5 – manter a concentração em momentos difíceis.
6 - não pode basear-se em preconceitos.
7 – aprender a elogiar e a compartilhar.
8 - assume a responsabilidades por seus próprios erros.
9 – não tenta fugir da responsabilidade pelos erros dos outros.
10-crescer e aprender todos os dias.
“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele,
por sua origem, ou ainda, por sua religião.
Para odiar as pessoas precisam aprender;
E se podem aprender a odiar,
Podem ser ensinadas a AMAR”.
(Nelson Mandela)
BOM TRABALHO!
Direção e Equipe Pedagógica
Marmeleiro, março de 2012.
NORMAS INTERNAS DO COLÉGIO ESTADUAL DE MARMEIRO-EFM
CORPO DISCENTE
1 – A sala de aula é ambiente de estudo e convivência, espaço onde o aluno desenvolve os trabalhos ao longo do ano. É essencial que haja respeito e conservação dela limpa.
2 – As tarefas, bem como quaisquer trabalhos escolares devem ser entregues na data estipulada pelo professor.
3 – Os alunos que faltam em demasia serão comunicados os pais, Conselho Tutelar, segundo o art. 12 da Lei 9394/96: “VII – Notificar ao Conselho Tutelar do Município, ao Juiz da Comarca e ao respectivo representante do Ministério Público a relação dos alunos que apresentem quantidade de faltas acima de 50%(cinquenta por cento) do percentual permitido em Lei”.
4 – Não fumar no ambiente escolar – Lei nº11991: “É expressamente proibido fumar cigarros de qualquer espécie no recinto, no pátio e nas áreas de lazer”.
5 – Usar uniforme de acordo com o estipulado.
6 – Na troca de professores, não sair da sala.
7 – Não será permitida a saída de alunos do estabelecimento. Somente em casos especiais, com autorização dos pais.
8 – É proibido fazer-se acompanhar de elementos estranhos no estabelecimento em suas dependências internas e externas.
9 – Zelar pelo patrimônio escolar. Em caso de danos arcará com o prejuízo.
10 – Respeitar colegas, direção, equipe pedagógica, professores e demais funcionários da escola.
11- Participar das atividades programadas e desenvolvidas na escola.
12 – Não é permitido fazer uso de chicletes, balas, pirulitos ou qualquer alimento durante as aulas, salvo em ocasiões especiais.
13 – Não são permitidos fazer uso de material não escolar (celular, baralho, revistas ou fotos pornográficas, etc.). Os mesmos quando retidos serão devolvidos somente aos pais.
14 – É de responsabilidade de cada um cuidar de seu material escolar, bem dinheiro e outros pertences.
15 – É imprescindível que cada aluno porte o seu material escolar de acordo com o horário do dia(livros, cadernos, apostilas, etc.)
16 – O aluno que faltar à aula sem justificativa durante cinco dias consecutivos ou oito alternados, é encaminhada sua ficha ao Conselho Tutelar – FICA.
17- O aluno que faltar por doença deve trazer atestado médico. Para que o professor possa realizar as avaliações deve preencher o requerimento na secretaria.
É VEDADO AO ALUNO
- O uso de celular em sala de aula.
- Promover, incitar ou participar de algazarras ou tumultos em sala de aula ou arredores da escola.
- Ingerir bebida alcoólica ou qualquer substância entorpecente.
- Namoro em sala de aula, pátio e arredores da escola.
- Fazer brincadeiras de “mau gosto” com os colegas. Ex.: “trancas”, tirar o lanche, esconder pastas ou material escolar e outras atitudes inadequadas.
- Ficar na sala durante o recreio.
Marmeleiro, fevereiro de 2012.
terça-feira, 3 de abril de 2012
MENTE ESTIMULADA
Como o professor deve entender as dificuldades dos estudantes com limitações de raciocínio e desenvolver formas criativas para auxiliá-los.
Cinthia Rodrigues
De todas as experiências que surgem no caminho de quem trabalha com a inclusão, receber um aluno com deficiência intelectual parece a mais complexa. Para o surdo, os primeiros passos são dados com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Os cegos têm o braile como ferramenta básica e, para os estudantes com limitações físicas, adaptações no ambiente e nos materiais costumam resolver os entraves do dia-a-dia.
O que é a Deficiência Intelectual?
É a limitação em pelo menos duas das seguintes habilidades: comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho. O termo substituiu "deficiência mental" em 2004, por recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), para evitar confusões com "doença mental", que é um estado patológico de pessoas que têm o intelecto igual da média, mas que, por algum problema, acabam temporariamente sem usá-lo em sua capacidade plena. As causas variam e são complexas, englobando fatores genéticos, como a síndrome de Down, e ambientais, como os decorrentes de infecções e uso de drogas na gravidez, dificuldades no parto, prematuridade, meningite e traumas cranianos. Os Transtornos Globais de Desenvolvimento (TGDs), como o autismo, também costumam causar limitações. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 5% da população mundial tem alguma deficiência intelectual.
Por onde começar quando a deficiência é intelectual?
Melhor do que se prender a relatórios médicos, os educadores das salas de recurso e das regulares precisam entender que tais diagnósticos são uma pista para descobrir o que interessa: quais obstáculos o aluno enfrentará para aprender - e eles, para ensinar.
Há características comuns a estes deficientes?
Sim, no geral, especialistas na área sabem que existem características comuns a todo esse público. São três as principais dificuldades enfrentadas por eles: 1) falta de concentração, 2) entraves na comunicação e na interação e 3) menor capacidade para entender a lógica de funcionamento das línguas, por não compreender a representação escrita ou necessitar de um sistema de aprendizado diferente. "Há crianças que reproduzem qualquer palavra escrita no quadro, mas não conseguem escrever sozinhas por não associar que aquelas letras representem o que ela diz", comenta Anna Augusta Sampaio de Oliveira, professora do Departamento de Educação Especial da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp). As características de todas as outras deficiências você pode ver no especial Inclusão, de NOVA ESCOLA.
A importância do foco nas explicações de sala de aula
Alunos com dificuldade de concentração precisam de espaço organizado, rotina, atividades lógicas e regras. Como a sala de aula tem muitos elementos - colegas, professor, quadro-negro, livros e materiais -, focar o raciocínio fica ainda mais difícil. Por isso, é ideal que as aulas tenham um início prático e instrumentalizado. "Não adianta insistir em falar a mesma coisa várias vezes. Não se trata de reforço. Ele precisa desenvolver a habilidade de prestar atenção com estratégias diferenciadas para, depois, entender o conteúdo", diz Maria Tereza Eglér Mantoan, doutora e docente em Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Qual o ponto de partida para a aprendizagem?
O ponto de partida deve ser algo que mantenha o aluno atento, como jogos de tabuleiro, quebra-cabeça, jogo da memória e imitações de sons ou movimentos do professor ou dos colegas - em Geografia, por exemplo, ele pode exercitar a mente traçando no ar com o dedo o contorno de uma planície, planalto, morro e montanha. Também é importante adequar a proposta à idade e, principalmente, aos assuntos trabalhados em classe. Nesse caso, o estudo das formas geométricas poderia vir acompanhado de uma atividade para encontrar figuras semelhantes que representem o quadrado, o retângulo e o círculo.
O aluno deve acompanhar o grupo?
Sim, a meta é que, sempre que possível e mesmo com um trabalho diferente, o aluno esteja participando do grupo. A tarefa deve começar tão fácil quanto seja necessário para que ele perceba que consegue executá-la, mas sempre com algum desafio. Depois, pode-se aumentar as regras, o número de participantes e a complexidade. "A própria sequência de exercícios parecidos e agradáveis já vai ajudá-lo a aumentar de forma considerável a capacidade de se concentrar", comenta Maria Tereza, da Unicamp.
Foi o que fez a professora Marina Fazio Simão, da EMEF Professor Henrique Pegado, na capital paulista, para conseguir a atenção de Moisés de Oliveira, aluno com síndrome de Down da 3ª série. "Ele não ficava parado, assistindo à aula", lembra ela. Este ano, em um projeto sobre fábulas, os avanços começaram a aparecer. "Nós lemos para a sala e os alunos recontam a história de maneiras diferentes. No caso dele, o primeiro passo foram os desenhos. Depois, escrevi com ele o nome dos personagens e palavras-chave", relata ela.
O papel da escrita e o uso de ilustrações
A falta de compreensão da função da escrita como representação da linguagem é outra característica comum em quem tem deficiência intelectual. Essa imaturidade do sistema neurológico pede estratégias que servem para a criança desenvolver a capacidade de relacionar o falado com o escrito. Para ajudar, o professor deve enaltecer o uso social da língua e usar ilustrações e fichas de leitura. O objetivo delas é acostumar o estudante a relacionar imagens com textos. A elaboração de relatórios sobre o que está sendo feito também ajuda nas etapas avançadas da alfabetização.
A professora Andréia Cristina Motta Nascimento é titular da sala de recursos da EM Padre Anchieta, em Curitiba, onde atende estudantes com deficiência intelectual. Este ano, desenvolve com eles um projeto baseado na autoidentificação - forma encontrada para tornar o aprendizado mais significativo. A primeira medida foi pedir que trouxessem fotos, certidão de nascimento, registro de identidade e tudo que poderia dizer quem eram. "O material vai compor um livro sobre a vida de cada um e, enquanto se empolgam com esse objetivo, eu alcanço o meu, que é ensiná-los a escrever", argumenta a educadora.
Como trabalhar a dificuldade de comunicação?
A falta de compreensão da função da escrita como representação da linguagem é outra característica comum em quem tem deficiência intelectual. Essa imaturidade do sistema neurológico pede estratégias que servem para a criança desenvolver a capacidade de relacionar o falado com o escrito. Para ajudar, o professor deve enaltecer o uso social da língua e usar ilustrações e fichas de leitura. O objetivo delas é acostumar o estudante a relacionar imagens com textos. A elaboração de relatórios sobre o que está sendo feito também ajuda nas etapas avançadas da alfabetização.
A professora Andréia Cristina Motta Nascimento é titular da sala de recursos da EM Padre Anchieta, em Curitiba, onde atende estudantes com deficiência intelectual. Este ano, desenvolve com eles um projeto baseado na autoidentificação - forma encontrada para tornar o aprendizado mais significativo. A primeira medida foi pedir que trouxessem fotos, certidão de nascimento, registro de identidade e tudo que poderia dizer quem eram. "O material vai compor um livro sobre a vida de cada um e, enquanto se empolgam com esse objetivo, eu alcanço o meu, que é ensiná-los a escrever", argumenta a educadora.
REFERÊNCIAS
http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/mente-estimulada-476374.shtml
Acessado: 03/04.2012
Como o professor deve entender as dificuldades dos estudantes com limitações de raciocínio e desenvolver formas criativas para auxiliá-los.
Cinthia Rodrigues
De todas as experiências que surgem no caminho de quem trabalha com a inclusão, receber um aluno com deficiência intelectual parece a mais complexa. Para o surdo, os primeiros passos são dados com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Os cegos têm o braile como ferramenta básica e, para os estudantes com limitações físicas, adaptações no ambiente e nos materiais costumam resolver os entraves do dia-a-dia.
O que é a Deficiência Intelectual?
É a limitação em pelo menos duas das seguintes habilidades: comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho. O termo substituiu "deficiência mental" em 2004, por recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), para evitar confusões com "doença mental", que é um estado patológico de pessoas que têm o intelecto igual da média, mas que, por algum problema, acabam temporariamente sem usá-lo em sua capacidade plena. As causas variam e são complexas, englobando fatores genéticos, como a síndrome de Down, e ambientais, como os decorrentes de infecções e uso de drogas na gravidez, dificuldades no parto, prematuridade, meningite e traumas cranianos. Os Transtornos Globais de Desenvolvimento (TGDs), como o autismo, também costumam causar limitações. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 5% da população mundial tem alguma deficiência intelectual.
Por onde começar quando a deficiência é intelectual?
Melhor do que se prender a relatórios médicos, os educadores das salas de recurso e das regulares precisam entender que tais diagnósticos são uma pista para descobrir o que interessa: quais obstáculos o aluno enfrentará para aprender - e eles, para ensinar.
Há características comuns a estes deficientes?
Sim, no geral, especialistas na área sabem que existem características comuns a todo esse público. São três as principais dificuldades enfrentadas por eles: 1) falta de concentração, 2) entraves na comunicação e na interação e 3) menor capacidade para entender a lógica de funcionamento das línguas, por não compreender a representação escrita ou necessitar de um sistema de aprendizado diferente. "Há crianças que reproduzem qualquer palavra escrita no quadro, mas não conseguem escrever sozinhas por não associar que aquelas letras representem o que ela diz", comenta Anna Augusta Sampaio de Oliveira, professora do Departamento de Educação Especial da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp). As características de todas as outras deficiências você pode ver no especial Inclusão, de NOVA ESCOLA.
A importância do foco nas explicações de sala de aula
Alunos com dificuldade de concentração precisam de espaço organizado, rotina, atividades lógicas e regras. Como a sala de aula tem muitos elementos - colegas, professor, quadro-negro, livros e materiais -, focar o raciocínio fica ainda mais difícil. Por isso, é ideal que as aulas tenham um início prático e instrumentalizado. "Não adianta insistir em falar a mesma coisa várias vezes. Não se trata de reforço. Ele precisa desenvolver a habilidade de prestar atenção com estratégias diferenciadas para, depois, entender o conteúdo", diz Maria Tereza Eglér Mantoan, doutora e docente em Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Qual o ponto de partida para a aprendizagem?
O ponto de partida deve ser algo que mantenha o aluno atento, como jogos de tabuleiro, quebra-cabeça, jogo da memória e imitações de sons ou movimentos do professor ou dos colegas - em Geografia, por exemplo, ele pode exercitar a mente traçando no ar com o dedo o contorno de uma planície, planalto, morro e montanha. Também é importante adequar a proposta à idade e, principalmente, aos assuntos trabalhados em classe. Nesse caso, o estudo das formas geométricas poderia vir acompanhado de uma atividade para encontrar figuras semelhantes que representem o quadrado, o retângulo e o círculo.
O aluno deve acompanhar o grupo?
Sim, a meta é que, sempre que possível e mesmo com um trabalho diferente, o aluno esteja participando do grupo. A tarefa deve começar tão fácil quanto seja necessário para que ele perceba que consegue executá-la, mas sempre com algum desafio. Depois, pode-se aumentar as regras, o número de participantes e a complexidade. "A própria sequência de exercícios parecidos e agradáveis já vai ajudá-lo a aumentar de forma considerável a capacidade de se concentrar", comenta Maria Tereza, da Unicamp.
Foi o que fez a professora Marina Fazio Simão, da EMEF Professor Henrique Pegado, na capital paulista, para conseguir a atenção de Moisés de Oliveira, aluno com síndrome de Down da 3ª série. "Ele não ficava parado, assistindo à aula", lembra ela. Este ano, em um projeto sobre fábulas, os avanços começaram a aparecer. "Nós lemos para a sala e os alunos recontam a história de maneiras diferentes. No caso dele, o primeiro passo foram os desenhos. Depois, escrevi com ele o nome dos personagens e palavras-chave", relata ela.
O papel da escrita e o uso de ilustrações
A falta de compreensão da função da escrita como representação da linguagem é outra característica comum em quem tem deficiência intelectual. Essa imaturidade do sistema neurológico pede estratégias que servem para a criança desenvolver a capacidade de relacionar o falado com o escrito. Para ajudar, o professor deve enaltecer o uso social da língua e usar ilustrações e fichas de leitura. O objetivo delas é acostumar o estudante a relacionar imagens com textos. A elaboração de relatórios sobre o que está sendo feito também ajuda nas etapas avançadas da alfabetização.
A professora Andréia Cristina Motta Nascimento é titular da sala de recursos da EM Padre Anchieta, em Curitiba, onde atende estudantes com deficiência intelectual. Este ano, desenvolve com eles um projeto baseado na autoidentificação - forma encontrada para tornar o aprendizado mais significativo. A primeira medida foi pedir que trouxessem fotos, certidão de nascimento, registro de identidade e tudo que poderia dizer quem eram. "O material vai compor um livro sobre a vida de cada um e, enquanto se empolgam com esse objetivo, eu alcanço o meu, que é ensiná-los a escrever", argumenta a educadora.
Como trabalhar a dificuldade de comunicação?
A falta de compreensão da função da escrita como representação da linguagem é outra característica comum em quem tem deficiência intelectual. Essa imaturidade do sistema neurológico pede estratégias que servem para a criança desenvolver a capacidade de relacionar o falado com o escrito. Para ajudar, o professor deve enaltecer o uso social da língua e usar ilustrações e fichas de leitura. O objetivo delas é acostumar o estudante a relacionar imagens com textos. A elaboração de relatórios sobre o que está sendo feito também ajuda nas etapas avançadas da alfabetização.
A professora Andréia Cristina Motta Nascimento é titular da sala de recursos da EM Padre Anchieta, em Curitiba, onde atende estudantes com deficiência intelectual. Este ano, desenvolve com eles um projeto baseado na autoidentificação - forma encontrada para tornar o aprendizado mais significativo. A primeira medida foi pedir que trouxessem fotos, certidão de nascimento, registro de identidade e tudo que poderia dizer quem eram. "O material vai compor um livro sobre a vida de cada um e, enquanto se empolgam com esse objetivo, eu alcanço o meu, que é ensiná-los a escrever", argumenta a educadora.
REFERÊNCIAS
http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/mente-estimulada-476374.shtml
Acessado: 03/04.2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
1ª Assembleia de Pais







Dia 22 de março de 2012, ocorreu a 1ª Assembleia de Pais no Colégio Estadual de Marmeleiro, nos turnos Matutino, Vespertino e Noturno.
Na pauta da reunião discutiu-se com os pais e responsáveis o início e término dos trimestres, sistema de avaliação, eleição da APMF e Conselho Escolar; análise dos dados de aprovação e reprovação em 2011, Projeto Político-Pedagógico, locação de livros e revistas para os pais na biblioteca, vídeo da Patrulha Escolar e outros assuntos pertinentes.
O Projeto Político-Pedagógico do Colégio Estadual de Marmeleiro enfatiza a formação do indivíduo como cidadão inserido no meio social, de forma a promover o desenvolvimento da consciência crítica, do trabalho coletivo, da vivência de valores, da cooperação para a construção de uma sociedade humana e democrática.
“Uma escola democrática não é aquela em que todos fazem o que querem, mas sim aquela em que todos fazem o que é bom para todos, com responsabilidade”.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Representação Teatral
Quando a última vela se apaga
Disciplina: Língua Portuguesa
ProfªMarina Niceia Cunha
3ª série: Ensino Médio
Ano: 2011
Temas abordados:Gravidez na adolescência, uso de drogas, prostituição.
Texto, figurinos e cenário: Produção dos alunos
Alunos: Clariana,Cleissom,Denise,Geiziane,Mateus, Renan,Suellen Montanha, Tainá, Thaís Fernanda,Valter, Veridiane, Wellinton.









Disciplina: Língua Portuguesa
ProfªMarina Niceia Cunha
3ª série: Ensino Médio
Ano: 2011
Temas abordados:Gravidez na adolescência, uso de drogas, prostituição.
Texto, figurinos e cenário: Produção dos alunos
Alunos: Clariana,Cleissom,Denise,Geiziane,Mateus, Renan,Suellen Montanha, Tainá, Thaís Fernanda,Valter, Veridiane, Wellinton.









quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Visita de Estudos na MTA
Representação Teatral
O Casamento da Emília - Monteiro Lobato
Adaptação
Contação de história através de representação teatral
3ª série: Ensino Médio
Disciplina: Língua Portuguesa
Profª Marina Niceia Cunha
Projeto de monitoria:alunos de 5ªsérie.





















Adaptação, figurinos e cenário: produção das alunas:
Adriana: vidro azul
Aline: visconde
Bruna Cristina: Dona Benta
Caroline: Narizinho
Kellyn: ajudante de tia Nastácia
Luciléia: Emília
Quéli: Pedrinho
Stefany: tia Anastácia
Taís Danieli: narradora
Adaptação
Contação de história através de representação teatral
3ª série: Ensino Médio
Disciplina: Língua Portuguesa
Profª Marina Niceia Cunha
Projeto de monitoria:alunos de 5ªsérie.






















Adaptação, figurinos e cenário: produção das alunas:
Adriana: vidro azul
Aline: visconde
Bruna Cristina: Dona Benta
Caroline: Narizinho
Kellyn: ajudante de tia Nastácia
Luciléia: Emília
Quéli: Pedrinho
Stefany: tia Anastácia
Taís Danieli: narradora
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