Mostrando postagens com marcador leitura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador leitura. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Leitura e motivação

Palestrante: Prof. Vilson Cechetti
Campo Erê-Santa Catarina
Ensino Fundamental e Médio
Turno: Vespertino










quinta-feira, 16 de junho de 2011

sábado, 21 de maio de 2011

Redação? Não sei o quê e como escrever?




Esse é o dilema da maioria dos alunos, principalmente na terceira série do Ensino Médio quando se aproximam o ENEM e o Vestibular.
Mas o dilema dos professores de Língua Portuguesa tem início anteriormente - ensinar a ler, escrever e interpretar é uma tarefa diária cada vez mais complicada.
A maioria das escolas possuem bibliotecas com acervo de livros, revistas e materiais audiovisuais, porém apenas parte dos alunos se interessam por eles.
Nos meus tempos de estudante não havia tanto material de leitura nas bibliotecas. A biblioteca maior que conheci naquele tempo foi da Universidade, mas só contemplei os livros de longe, pois nos separavam as regras e os balcões.
Minha leitura se fez através de livros que comprava por reembolso, em São Paulo,(Ediouro).
E eram muitos que chegavam pelo correio!Os pequenos livros de bolso! Lia poesias e romances até a psiquiatria de Freud. Tinha sede de leitura. Lia o que me caía à mão!
Pois é!Escrever é arte para uns e tortura para outros. Para mim sempre foi uma delícia, assim como a leitura. Entretanto, o jovem de hoje tem outros interesses...
As exigências não mudaram desde meu tempo de escola. É preciso fazer redação para ser aprovado no vestibular e (agora) ENEM.
Apesar de alguns educadores afirmarem que a leitura oferece apenas algumas ideias e não é base para as boas redações, penso que ela é essencial.
Redigir pode ser treinamento. Porém, ao escrever, escrevo sob o ato de ler e a leitura de livros e do mundo, é imprescíndível!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Mãos do terceirão na leitura




As mãos dos alunos da 3ª série do Ensino Médio se envolveram na leitura de diversos temas e produziram textos,debates e murais, na disciplina de Língua Portuguesa.
As mãos dos alunos leram o mundo da arte escrita.









Metodologia utilizada:
A partir de discussão na sala aula de diversos temas relacionados à leitura, os alunos se dividem em grupo, escolhem um tema para pesquisa e produzem diversas modalidades de textos. E apresentam os resultados de seus estudos para os colegas.
Utilizam recursos como cartazes, vídeos, caixa com pensamentos, recadinhos e sugestões de livros, estante de leitura no saguão e murais.
Esses recursos contribuem para que os demais alunos tomem conhecimento da proposta e a partir daí, outras turmas se envolvam em atividades que promovam a leitura.
No Colégio Estadual de Marmeleiro as bibliotecárias da escola são parceiras dos professores no incentivo à leitura.
Fotos e textos: Profª Marina
Língua Portuguesa
3ª Série
Turno: Matutino

terça-feira, 19 de abril de 2011

Leitura na escola








A leitura é necessária para todos. Entretanto, na escola, apesar de muitos livros na biblioteca, são poucos os alunos que têm o hábito de ler.
Leitores não se formam de um momento para outro. É hábito que, provavelmente, começa em casa.E hoje pode-se dizer que são raros os pais que leem e despertam nos filhos "o gosto pela leitura".
Com o advento da internet inúmeros sites oferecem livros, inclusive, gratuitos. Mas o jovem gosta mesmo é de copiar e colar resumos quando se trata de solicitações para que leiam.
Minha preocupação com a formação de leitores é imensa. Gostaria muito que meus alunos
lessem não "por prazer", penso que isso não é possível, pois a leitura exige de nós muito mais que "sentir prazer" ao ler. Quero que cada um descubra em cada página do livro, da revista, do jornal e tantas outras leituras, a construção de um mundo de palavras encantadas que só o leitor pode descobrir.
Pensando nessa possibilidade, procuro trabalhar com meus alunos essa busca pelo encantamento do mundo das palavras.
Texto e fotos: Profª Marina
Mural maior: Cleusa - Bibliotecária
Cartazes: alunos da 3ª série do Ensino Médio
Turno: Matutino

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Literatura de Cordel

Sempre tive paixão pela Literatura de Cordel e seus autores, cujas histórias de encanto e magia,exarcebadas por dramas e paixões, mas quase sempre impossível me atraíram demais.
E no repente também viajo sonhando um dia desembarcar no Nordeste e ouvir os cantadores das estórias, mais Patativa do Assaré encantar-me com a beleza de seus versos. Sonho meu, mainha!Pois, Patativa já se foi com Deus.
Essa poesia da alma do povo, em versos, acalentou minha alma, uma alma que se diz, poeta. Uma alma abençoada de histórias da família contadas por maeinha, a maior contadora de histórias.
Então, muito na meninice me apaixonei por histórias da leitura, sem conhecer os livros.
Mas, quando conheci as histórias dos livros, a paixão me abençoou:
escrevi poemas em prosa e prosa em poemas.
E meu cordel está para ser lançado ao vento...

A literatura de cordel é uma manifestação artística cultural.
Através da escrita são transmitidas as cantigas com a história do povo.
O nome de Cordel teve origem em Portugal, onde os livretos, antigamente, eram expostos em barbantes, como roupas no varal.

Cordel Encantado

Novela das seis da Rede Globo é uma fábula sobre dois universos distintos: o encantamento da realeza europeia e as lendas heróicas do sertão brasileiro. A união desses mundos é representada pelo romance de Açucena (Bianca Bin), uma cabocla brejeira criada por lavradores no nordeste do Brasil, sem saber que é a princesa de um reino europeu, e Jesuíno (Cauã Reymond), um jovem sertanejo que desconhece ser filho legítimo do cangaceiro mais famoso da região.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Harry Potter na escola

O fenômeno Harry Potter passou a integrar a lista de livros que as escolas pedem para os alunos lerem.
Em 2008, Harry Pottter e Bela, a protagonista da série Crepúsculo, passaram a acompanhar cerca de 3,3 milhões de estudantes da rede estadual paulista. Os livros das duas séries passaram a fazer parte das salas de leitura de 4.200 escolas de 5ª a 8ª do Ensino Fundamental e de Ensino Médio do estado de São Paulo. O objetivo é despertar o interesse pela leitura por meio dos maiores sucessos para adolescentes. Outra experiência com Harry Potter aconteceu nas bibliotecas públicas de Maringá (PR), também no ano passado. “Como tínhamos grande dificuldade em atrair alunos para a biblioteca, especialmente após o 5º ano, quando a leitura ganha um peso maior de obrigatoriedade, decidimos optar por um trabalho com essa série usando esse livro”, conta Fernanda Mecking, coordenadora dos projetos de leitura da Secretaria de Cultura da cidade.

“No primeiro encontro, usamos o chapéu seletor, elemento presente no livro, para dividir os alunos em casas. Desenvolvemos, então, atividades lúdicas, baseando-nos nas ideias de aula de bruxaria e utilizando a música do filme. Passaram-se meses, e os alunos não queriam mais parar”.

Embora a experiência tenha sido um sucesso, Fernanda lamenta que esse frisson coletivo não seja frequente, pois outras tentativas de projetos de leitura não foram tão bem-sucedidas. “No ano anterior, tentamos abordar peças gregas e de Shakespeare, mas o quórum não foi o mesmo. Bolamos um jogo superinteressante de tabuleiro, com os deuses do Olimpo e outras personagens”, lembra.
Fonte:http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/harry-potter-escola-485213.shtml
Acesso: 25/03/11

3 dicas para incentivar jovens a lerem os clássicos


Por Cynthia Costa

"Crianças e jovens adoram Harry Pottter e Crepúsculo. Veja como usar isso a favor da leitura, incentivando-os a ler obras clássicas

"Se o professor entender por que um livro é fenômeno entre os alunos, talvez ele possa mediar outras leituras que despertem o mesmo interesse"

Não adianta: para eles, há os livros "legais" e os livros "chatos", sendo estes últimos aqueles exigidos pelos professores. Ler com interesse e até compulsão, só os best-sellers, como os da série Harry Potter e Crepúsculo. São, em geral, livros estrangeiros amplamente divulgados por estratégias de marketing e que acabam virando filme, série de TV e até vídeo-game.

Mas ler é sempre bom, certo? Sim, como afirma a professora Wilma Maria Sampaio Lima, supervisora do 3º ao 7º ano do Colégio Rio Branco, de São Paulo: "Pela leitura, o homem conversa com o homem". No entanto, ler apenas narrativas superficiais e limitadas do ponto de vista linguístico pode ser pouco enriquecedor para a formação dos jovens. Isso não significa, porém, que pais e professores devam combater os best-sellers, pelo contrário. "Quem se coloca contra uma leitura querida pelos jovens pode perder a oportunidade de lhes mostrar outras leituras mais interessantes do ponto de vista estético", alerta a professora Juliana Loyola, do curso de Letras e da pós-graduação em Literatura e Crítica Literária da PUC-SP. "Nem que seja pelo valor mercadológico, já vale a pena. Esses livros dialogam com o jovem, ou porque mimetizam a velocidade da TV e da tela de cinema, ou porque abordam temas do universo dele. O problema é quando o leitor só tem contato com esse tipo de livro", completa.
Diante desse quadro, pais e professores podem seguir dois caminhos: incentivar jovens leitores a se interessarem também por uma literatura mais consistente e, ao mesmo tempo, aproveitar a leitura deles de best-sellers para abordar temas em casa e na escola.

Esta notícia foi publicada em 14/03/2011 na revista Educar para Crescer .
Todas as informações nela contida são de responsabilidade do autor.
Publicado no Portal Dia-a-Dia-Educação do Estado do Paraná
http://www.portugues.seed.pr.gov.br/

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Sites sobre fábulas

Endereços para leitura

http://www.contandohistoria.com/fabulas.htm

http://sitededicas.uol.com.br/cfab.htm

http://www.metaforas.com.br/

http://sotaodaines.chrome.pt/sotao/fabulas/fabulas.html

Acessado: 1º/10/10

terça-feira, 20 de julho de 2010

Fernão Capelo Gaivota

(...)
Amanhecia um novo dia de trabalho.

Mas lá ao fundo, sozinho, longe do barco e da costa, Fernão Capelo Gaivota treinava. A trinta metros da superfície azul brilhante, baixou os seus pés com membranas, levantou o bico e tentou a todo o custo manter as suas asas numa dolorosa curva. A curva fazia com que voasse devagar, e então a sua velocidade diminuiu até que o vento não fosse mais que um ligeiro sopro, e o oceano como que tivesse parado, abaixo dele. Cerrou os olhos para se concentrar melhor, susteve a respiração e forçou ... só ... mais ... um ... centímetro ... de ... curva ... Mas as penas levantaram-se em turbilhão, atrapalhou-se e caiu.

Como se sabe, as gaivotas nunca se atrapalham, nunca caem. Atrapalhar-se no ar é para elas desgraça e desonra.

Mas Fernão Capelo Gaivota - sem se envergonhar, abrindo outra vez as asas naquela trémula e difícil curva, parando, parando ... e atrapalhando-se outra vez! - não era um pássaro vulgar.

A maior parte das gaivotas não se preocupa em aprender mais do que os simples factos do voo - como ir da costa à comida e voltar. Para a maioria, o importante não é voar, mas comer. Para esta gaivota, contudo, o importante não era comer, mas voar. Antes de tudo o mais, Fernão Capelo Gaivota adorava voar ..."
Do livro "Fernão Capelo Gaivota" de Richard Bach

cortesia de www.letras.com.br


quinta-feira, 10 de junho de 2010

sábado, 17 de outubro de 2009

Mural de Leitura











Interpretação:
Poemas de Carlos Drummond de Andrade
Meio ambiente - Fonte: O Brasil das Placas(L.Soares e José Eduardo Camargo).
Disciplina: Língua Portuguesa
3A-turno: matutino
Profa. Marina
Leia mais: