sexta-feira, 28 de março de 2014

Assembleia de Pais


Data: 28 de março
Turnos: manhã, tarde e noite
Assuntos: 
Eleição do Conselho Escolar e APMF.
Prestação de contas.
Objetivos da escola.
Projetos da escola.
Organização da escola.




                                               




Fotos: pedagoga Marina

quinta-feira, 27 de março de 2014

Reunião de Líderes de Turma

Pedagogas:
 Jania Scherer
Lúcia Clair Flach Pasquali
Marina Niceia Cunha
Turno: manhã
Turmas: 6º ao 9º ano e 1ª a 3ª séries: Ensino Médio
Fotos e organização textual: Marina
Organização dos cadernos: Pedagogas e bibliotecárias

TRABALHO EM EQUIPE

 A LIÇÃO DOS GANSOS

Quando você vê gansos voando em formação “V”, pode ficar curioso quanto às razões pelas quais eles escolhem voar dessa forma.

A seguir algumas descobertas feitas por cientistas.

1 – FATO – À medida que cada ave bate suas asas, ela cria uma sustentação para a ave seguinte. Voando em formação “V”, o grupo inteiro consegue voar pelo menos 71% a mais do que se cada ave voasse isoladamente.

VERDADE – Pessoas que compartilham uma direção comum e um senso de equipe chegam ao seu destino mais depressa e facilmente porque elas se apoiam na confiança uma das outras.

2 – FATO – Sempre que um ganso sai fora da formação, ele repentinamente sente a resistência e o arrasto de tentar voar só e, de imediato, retorna a formação para tirar vantagem do poder de sustentação da ave à sua frente.

VERDADE – Existe força, poder e segurança em um grupo quando se viaja na mesma direção com pessoas que compartilham um objetivo comum.

3 – FATO – Quando o ganso líder se cansa, ele reveza, indo para a traseira do “V”, enquanto um outro assume a ponta.

VERDADE – É vantajoso o revezamento quando se necessita fazer um trabalho árduo.

4 – FATO – Os gansos de trás grasnam para encorajar os da frente e manterem o ritmo e a velocidade.

VERDADE – Todos necessitam ser reforçados com apoio ativo e encorajamento dos companheiros.

5 – FATO – Quando um ganso adoece ou se fere e deixa o grupo, pois outros gansos saem da formação e o seguem para ajudá-lo e protegê-lo. Eles o acompanham até a solução do problema e, então reiniciam a jornada os três ou juntam-se a outra formação, até encontrar o grupo original.

VERDADE – A solidariedade nas dificuldades é imprescindível em qualquer situação.

Bom trabalho, líderes de turma.


 ATRIBUIÇÕES DO LÍDER DE TURMA

             A turma espera que você desenvolva um trabalho em equipe, sendo uma pessoa de responsabilidade que saiba dividir as tarefas e solicite ajuda aos demais colegas.
            Portanto:
·        Desenvolva um trabalho voltado para a união da turma, seja amigo e companheiro de todos.
·        Seja justo na sala de aula. Que prevaleça sempre a verdade.
·        Respeite a todos para ser respeitado, pois a turma confia e acredita em você, então desempenhe bem seu papel.
·        Saber ouvir e se fazer ouvir, respeitar opiniões diferentes são qualidades importantes para você que é líder de turma.
·        Comunique à coordenação se o professor, após o sinal, passados  5 minutos, não chegou até a sala de aula.
·        Aniversários: Juntamente com o Professor Regente parabenizem os aniversariantes da semana ou do mês.
     Ao Professor Regente organize uma mensagem assinada por todos os alunos.
·        Motive a turma para o sucesso da mesma nas campanhas realizadas na escola e atividades extraclasse.
·        Avise aos professores quando o colega faltou por problemas de saúde e ônibus.
·        Auxilie o professor na falta de alguns materiais na sala de aula: pincel, apagador, mapas e outros.
·        Transmita à turma os avisos divulgados pela direção, equipe pedagógica e professor. Anexe ao mural quando for o caso.
·        Anexe ao mural da sala de aula avisos sobre datas de provas, entrega de trabalhos.
·        Verifique se os ventiladores são desligados ao final das aulas.
·        Lembre juntamente com a Profª de Português a data da devolução dos livros de leitura emprestados na Biblioteca.
·        Contribua com sugestões que podem melhorar a turma como um todo.

INCENTIVE AS SEGUINTES PRÁTICAS
·        Ordem e limpeza na sala de aula e espaços ao redor da escola.
·        Pontualidade.
·        Não ficar na porta e corredor durante a troca de professor.
·        Fazer um trabalho de equipe com os professores para que as saídas e entradas nas aulas de Educação Física, Informática e Biblioteca não sejam tumultuadas e respeitem o direito dos colegas que estão nas salas.

Não havendo postura de líder e liderança positiva o aluno (a) escolhido(a) através do voto, será substituído.

LÍDERES:
1º TRIMESTRE: _________________________________________________
2º TRIMESTRE: _________________________________________________
3º TRIMESTRE: _________________________________________________

QUALIDADES DE UM LÍDER DEMOCRÁTICO

       ·        Sabe o que fazer, sem perder a tranquilidade. Todos podem confiar nele em qualquer emergência.
·        Ninguém se sente marginalizado ou rejeitado por ele. Ao contrário, sabe agir de tal forma que cada um sente-se importante no grupo.
·        Interessa-se pelo bem do grupo. Não usa o grupo para interesses pessoais.
·        Está sempre pronto para ajudar.
·        Mantém-se calmo em qualquer situação.
·        Facilita a interação do grupo contribuindo para a harmonia, sem dominação.
·        Dá oportunidade para que pessoas do grupo se promovam e se realizem.
·        É agradável. Cuida da aparência pessoal. Sabe conversar com todos.
·        Age com maturidade. Suas ações correspondem com suas palavras.
·        Mantém o grupo informado de tudo que se relaciona aos interesses do grupo.
·        Não foge das responsabilidades e não descarrega nos outros suas responsabilidades”.

DEZ QUALIDADES DE UM LÍDER

                                                                 Um líder deve:
1 – saber lidar com críticas;
2 – suportar adversidades;
3 - saber delegar autoridade;
4 – capaz de tomar decisões;
5 – manter a concentração em momentos difíceis;
6 - não pode basear-se em preconceitos;
7 – aprender a elogiar e a compartilhar;
8 - assume a responsabilidades por seus próprios erros;
9 – não tenta fugir da responsabilidade pelos erros dos outros;
10-crescer e aprender todos os dias.
  
“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele,
por sua origem, ou ainda, por sua religião.
Para odiar as pessoas precisam aprender;
E se podem aprender a odiar,
Podem ser ensinadas a AMAR”.
(Nelson Mandela)

Marmeleiro, março de 2014.





Fotos: Pedagoga Marina

quarta-feira, 26 de março de 2014

Cultura e Indústria Cultural - Região Sul


Cultura da Região Sul
Disciplina: Sociologia
Professor: Albino Müller 
Série: 3ª A 
Turno: manhã
Ensino Médio
Conteúdo Estruturante: Cultura e Indústria Cultural
Conteúdo Específico: Diversidade Cultural

Objetivo Geral:
Transmitir a importância da cultura e a diversidade cultural, transformação e compreensão da sociedade.

Objetivo Específico:
Compreender que a cultura não é algo estático e imutável, como uma esfera que paira sobre os indivíduos, mas algo vivido nas relações sociais.

Resumos de trabalho em equipe:
Grupo 1
Eduarda Amaral
Débora Prestes
Jnielli Rozin
Gabriela Dalla Costa Guarda

A Região Sul do Brasil foi povoada por imigrantes Europeus de várias nacionalidades, com destaque para os italianos, alemães, alemães e poloneses. Cada um trouxe consigo suas características culturais (costumes, idioma, culinária, danças, entre outras manifestações).
A riqueza cultural do sul é muito grande, exemplo disso, é Curitiba nomeada em 203 como capital da cultura das Américas, instituída por organismos da ONU(Organização das Nações Unidas).
São muitas as formas de manifestações culturais, no entanto, as que mais caracterizam um povo ou uma região são: culinária, literatura, música, etc.
As lendas são passadas de geração em geração e envolvem ficção com fatos históricos.
            Principais pontos turísticos: São Miguel das Missões, Gramado, Canela, Ilha do Mel e praias.
           Festas típicas: Oktoberfest, Festa Nacional da Uva, Marajada, Festa de Nossa Senhora dos Navegantes. Mostra de cinema em Gramado.

            Músicas e danças:
 Rio Grande do Sul: bugio, vaneirão, pau de fita, xote, valsa, chimarrita, balaio, tatu, facão, milonga, vaneira, chula e pezinho.

Santa Catarina:
Música de banda(marchinha), traços  da dança europeia, boi de mamão(bumba-meu-boi), dança do pezinho.

Paraná: grande influência gaúcha, no norte sertanejo, pau-de-fita e fandango.

Culinária: barreado, café colonial, peixe, frutos do mar, churrasco, chimarrão.
Esporte: Futebol. Times: Coritiba, Atlético Paranaense, Paraná Clube, Internacional, Juventude, Avaí, Figueirense, Criciúma e Grêmio.


Grupo 2
Disciplina: Sociologia
Professor: Albino Müller 
Série: 3ª B
Turno: manhã
Ensino Médio
Conteúdo Estruturante: Cultura e Indústria Cultural
Conteúdo Específico: Diversidade Cultural

Trabalho em grupo:
Daniella K. Schmitt
 Débora L. Garbin
Édison Junior
Juan Krasmann
Nathalie C. Zanatta

Temática: Aspectos culturais da Região Sul




















Apoio pedagógico e fotos: Pedagoga Marina

quinta-feira, 20 de março de 2014

Pedagogas no Ensino Fundamenal

As pedagogas do Colégio Estadual de Marmeleiro,  turmas do Ensino Fundamental, 6º ao 9º ano, auxiliam os alunos e os professores, principalmente as turmas que apresentam maior dificuldade de aprendizagem. 
Metodologias são discutidas com professores, conversas individuais com os alunos e pais.
E ainda, orientação para os alunos individual e no grupo quanto à aprendizagem, tarefas, avaliações, organização em sala de aula, horário para estudo, importância da leitura e escrita, domínio da tabuada para os que não aprenderam os conceitos das 4 operações,  e atitudes comportamentais faz parte das conversas com os alunos e professores.




terça-feira, 18 de março de 2014

QUEM SÃO OS SUJEITOS QUE APRENDEM E ENSINAM NA ESCOLA?


Professora: Marina Niceia Cunha
Língua Portuguesa
Pedagoga

Análise Sintática dos Sujeitos na Escola
 “Então, escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu.” Clarice Lispector

O Sujeito na escola pode ser SIMPLES na sua forma de ser, agir, pensar, aprender ou ensinar. Introspectivo. Às vezes, sente-se, sozinho, deixado de lado, incompreendido e incompleto, em relação a outros sujeitos. Sua forma de agir termina por isolá-lo em suas ações. Mas, agregando-o ao coletivo, talvez, seja capaz de envolver-se e relacionar-se com os demais.
“Eu quero desaprender para aprender de novo.
Raspar as tintas com que me pintaram.
Desencaixotar emoções, recuperar sentidos”. Rubem Alves

Já o Sujeito COMPOSTO está sempre se dividindo em vários núcleos. Quanto mais, melhor. Quer desatar os “nós”. Estabelecer relações entre os demais componentes presentes na situação. Liga sua ação à busca de resultados coletivos. Socializa. Instiga. Envolve-se. Apropria-se. Articula. Busca resultados. Mas traz complicações. Quer respostas. “Ninguém caminha sem aprender a caminhar, sem aprender a fazer o caminho caminhando, refazendo e retocando o sonho pelo qual se pôs a caminhar.” Paulo Freire

E o Sujeito OCULTO aparentemente sem ação?
 Causador de acirradas discussões. No meio de outros sujeitos está ali esperando ser descoberto e tornar-se mais presente, embora se embaralhe, complique. Apesar de tudo, podemos percebê-lo em sua dimensão: “Quando nada acontece, há um milagre que não estamos vendo.” João Guimarães Rosa

 E o tal de Sujeito INDETERMINADO, então?
 Mais uma vez estamos diante de um sujeito que também não aparece de forma clara.  Comenta-se que ele somente se relaciona em momentos específicos com os outros sujeitos. Disseram-me que é o tipo de sujeito que se compromete com esta ou aquela ação de acordo com sua própria forma de pensar.
E há o considerado Sujeito INEXISTENTE.
  É aquele sujeito que não faz referência e não se relaciona com nenhum outro sujeito. A nenhuma ação. Está alheio. Porém, ele se acerca de várias alternativas para acabar com sua inexistência. Troveja e relampeja a toda hora. Nem sempre entende a ideia de mudanças e a noção de um tempo que já se passou. Fica preso entre as ideias do passado e a luta persistente das vozes do lamento.
 “Só não conto os fatos de minha vida:
sou secreta por natureza.
Há verdades que nem a Deus eu
contei. E nem a mim mesma. Sou
um segredo fechado a sete chaves.

Por favor, me poupem”. Clarice Lispector.

Aprender e ensinar na escola é mudar constantemente a forma de ver os diferentes sujeitos que estão presentes todos os dias. São desafios que temos de vencer como professores e alunos.

Texto produzido de forma metafórica a partir dos estudos  Como reconhecer e considerar os sujeitos da escola? Semana Pedagógica 2014. SEED.

Texto publicado no Jornal de Beltrão. 16/03/2014, domingo, página de Literatura.


quinta-feira, 13 de março de 2014

Visita do Núcleo Regional de Educação na Escola

Data: 13/03/14
Conversação com direção, equipe pedagógica e professores sobre o Plano de Ação da escola, Projeto Político Pedagógico, Proposta Pedagógica Curricular, projetos na escola e outras orientações.











segunda-feira, 10 de março de 2014

Avaliação Escolar: um tema polêmico

Professora: Lúcia Clair Flach Pasquali
Pedagoga
Colégio Estadual de Marmeleiro-Ensino Fundamental e Médio

A avaliação escolar tem sido utilizada desde o seu surgimento no século xx como exame, nomeada posteriormente como teste, com o intuito de classificar e gerar descrições dos alunos de acordo com a sua capacidade e/ou dificuldade de aprendizagem. Para FACCI, EIDT e TULESKI (206, p.103), “os testes avaliam as capacidades das crianças como se elas fossem desvinculadas de uma realidade histórica e cultural”.
Os testes recebem críticas por não levarem em conta as interações sociais e as desigualdades sociais e culturais existentes. Assim, tornam-se falos na medida em que verificam, através de sua padronização, apenas o que o aluno aprendeu e não como o mesmo chegou a tal resultado e quais aspectos interferem direta e indiretamente nos processos de ensino e aprendizagem.
Para CAMPIONE(2002) os testes padronizados possuem dimensão estática, são elaborados a partir do pressuposto de que todas as crianças que são por ele avaliadas tiveram oportunidades iguais de aquisição dos conhecimentos avaliados em tais provas. Na medida em que tal pressuposto não é verdadeiro, quaisquer inferências derivadas desses testes são problemáticas e tendenciosas, pois nesse contexto, não informam o ensino, não oferecem diagnósticos necessários para a elaboração de programas educacionais que promovam a superação das dificuldades dos alunos.
É preciso reconhecer que a ideologia da igualdade fundamentada na teoria inatista, muito presente na sociedade capitalista, contribui para a exclusão das pessoas em todos os campos, inclusive no direito à educação de qualidade, ao pressupor os fatores hereditários como imutáveis. Esta concepção está muito presente no campo educacional e na organização do ensino escolar. Conforme FACCI, EIDIT & TULESKI, (2006, p.105).
(...) sem uma referência ou parâmetro que permita ao professor elaborar planos de trabalho eficazes, este se sente desori4ntado e, muitas vezes, desobrigado de um investimento pedagógico diferenciado, pois se os testes medem funções inatas, consideradas como imutáveis ou irreversíveis, não haveria mais condição para um trabalho.
Constata-se, portanto, que o uso de práticas e instrumentos avaliativos padronizados tem gerado questionamentos e críticas. Nesse sentido, a avaliação escolar tem se configurado nas escolas como uma prática de exclusão, classificação e controle, ao enfatizar a aplicação de provas e testes, os quais identificam apenas o conhecimento que o aluno já possui.
A avaliação, assim concebida, torna-se reducionista na medida em que atende a função quantitativa e autoritária como forma de aprovação ou reprovação do aluno, excluindo-o de procedimentos didáticos que possam reverter uma apropriação parcial ou inadequada de conteúdos.
Em consonância com o reconhecimento dos limites dos testes tradicionais, mas conscientes das contingências históricas que permeiam o trabalho pedagógico, buscou-se subsídios teóricos para fundamentar a organização de procedimentos avaliativos com o intuito de verificar os processos de ensino aprendizagem em turma do sexto ano do Ensino Fundamental.

Texto parte do Projeto PDE(Avaliação Dinâmica: Relato de uma Investigação no Ensino Fundamental).
Ano: 2011